Quando Volta A Funcionar A Fábrica Da Honda Em Manaus?

Quando Volta A Funcionar A Fábrica Da Honda Em Manaus
Questions & answers Ask a question Q: (Translated by Google) I wanted to know when the bikes will start delivering to the dealerships (Original) Eu queria saber guando vão começar a entrega as motos nas concessionárias A: (Translated by Google) I can’t help with the information. (Original) Não posso ajudar na informação. See all questions (124)

Como está a produção de motos da Honda em Manaus em 2022?

O primeiro semestre de 2022 da Honda Motos foi concluído com números positivos nos dados de emplacamento de motocicletas: foram mais de 485 mil unidades de janeiro a junho, o que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2021, quando a produção da empresa foi fortemente impactada pelas restrições da pandemia.

Os resultados desse ano concretizam o melhor primeiro semestre da empresa desde 2015, quando foram comercializadas cerca de 520 mil unidades. O mês com o maior número de emplacamentos totais foi maio, com mais de 103 mil unidades. A média de vendas diárias nesse período, de 4.710 motocicletas, registra o melhor índice mensal desde janeiro de 2014.

Analisando a performance dos modelos comercializados pela Honda, o principal destaque foi a linha CG 160, que registrou 179 mil unidades emplacadas. O modelo, que está no mercado há mais de 45 anos, é o veículo mais vendido do Brasil, em todos os tempos, e nunca parou de evoluir, incorporando melhorias nos aspectos tecnológicos de eficiência energética e segurança.

  1. Em segunda posição, destaque para a Honda Biz, comercializada nas versões Honda Biz 110i e Honda Biz 125, com mais de 89 mil unidades vendidas.
  2. A motocicleta, que virou sinônimo da categoria CUB, se destaca por um design moderno, versatilidade, facilidade de pilotagem e economia.
  3. A NXR Bros 160, líder de vendas no segmento trail, com mais de 64 mil unidades comercializadas no período, também desponta no ranking de vendas da marca e segue como uma das motocicletas parceiras dos brasileiros na mobilidade diária e geração de renda.

Outro destaque é a Pop 110i, motocicleta que registrou mais de 63 mil emplacamentos no período, dada a relevância de economia de combustível, baixo custo de manutenção e durabilidade, além de ser um veículo que amplia o acesso à mobilidade em diversas regiões do país.

  • Produção A produção acompanhou a tendência e cresceu 22% no período, com cerca de 535 mil unidades que saíram da fábrica de Manaus.
  • Os dados do primeiro semestre do ano refletem o melhor resultado de produção desde 2015, quando foram fabricadas cerca de 566 mil unidades.
  • Mercado aquecido Os bons resultados são consequência do aumento na demanda pela motocicleta.

Um dos fatores está ligado à utilização do veículo para o trabalho, sobretudo com o crescimento do setor de entregas. Além disso, a busca por modais de transporte individuais tem feito muitos usuários optarem pela moto como uma solução de deslocamento para o dia a dia, sendo esta uma opção ágil, econômica e com baixo custo de manutenção.

Em um cenário de aumento expressivo dos combustíveis, a mobilidade em duas rodas se torna ainda mais relevante. Em muitos casos, novos usuários, que talvez não cogitariam a motocicleta convencional como transporte, são atraídos pela facilidade de pilotagem das scooters, segmento que registrou um crescimento de 27% nos emplacamentos durante o período.

Essa tendência de mobilidade vem se consolidando cada vez mais em todo o país e a evolução tecnológica dos modelos abriu as portas do mundo das duas rodas para novos adeptos, proporcionando a escolha de como aproveitar melhor seu tempo, com um produto que agrega tecnologia, design e segurança.

No segmento de alta cilindrada, a empresa registrou um avanço de 16% nos emplacamentos, mantendo sua liderança absoluta entre os modelos acima de 450cc, com 32% de market share. Os números refletem a estratégia da marca na constante atualização do seu line up, exemplo disso são os importantes lançamentos que chegaram ao mercado durante o primeiro semestre do ano, como a NC 750X, com a grande novidade da transmissão DCT; a nova CB 1000R Neo Sports Café, com o diferencial da versão Black Edition e sistema de conectividade Honda RoadSync; a linha 500, com as CB 500F e CB 500X, que são porta de entrada para o universo das motocicletas de alta cilindrada; além da X-ADV, modelo que foi aperfeiçoado e ganhou diferenciais tecnológicos.

“Os dados do primeiro semestre de 2022 representam nosso melhor resultado em sete anos e isso demonstra o quanto a motocicleta tem sido importante para o brasileiro e como o veículo ajuda a democratizar a mobilidade. Nossa expectativa para o ano é positiva e mantemos a projeção de cerca de 10% de crescimento, em relação ao último ano.

Quando a Honda volta ao normal?

Moto Honda prorroga volta da produção para 18 de maio e suspende contratos.

Quanto tempo demora para entregar uma moto Honda 2022?

Fila de espera por moto nova chega a 120 dias O tempo entre comprar uma moto ou scooter na concessionária e receber o modelo pode chegar a quatro meses. As maiores esperas, de respectivamente 90 e 120 dias, são para as linhas Biz e Pop, da Honda. Da mesma maneira, quem compra scooters da Yamaha, caso de NMax 160 e XMax 250, pode ter de esperar por até 60 dias para receber.

  • Já as Yamaha Fazer 150 e Factor 150 têm fila de espera de até 40 dias.
  • No caso da moto mais vendida do Brasil, a entrega chega a demorar 90 dias.
  • Esse é o status da Honda CG, que acaba de ser renovada e tem preço sugerido a partir de R$ 10.893.
  • Mas há exceções.
  • Por exemplo, a Honda CG 160 Cargo, de uso profissional, é entregue por algumas autorizadas em cerca de 20 dias.

Ou seja, a demora é para outras versões e cores.

Como está a produção de motos em Manaus?

A quantidade de motos produzidas nos primeiros cinco meses de 2022 é a maior desde 2015 – 13/06/2022 11:57 Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo, foram produzidas 569.598 motos nos cinco primeiros meses deste ano. O volume é 22,9% maior que o registrado no mesmo período de 2021 (463.413 unidades).

  1. Esse é o melhor resultado para o período desde 2015, quando 580.607 motocicletas saíram das linhas de montagem do Polo Industrial de Manaus (PIM).
  2. O resultado mensal também é superior: foram produzidas 129.781 motos contra 112.678 em abril, crescimento de 15,2%.
  3. Se compararmos com o maio de 2021 (quando foram produzidas 103.792 unidades) o crescimento é de e 25%.

Segundo informações da entidade, a expectativa é atingir 1.29 milhão de unidades até o final de 2022.

Quando a Honda vai voltar a fabricar motos?

A expectativa da Abraciclo é de que cerca de 1,3 milhão de motocicletas serão produzidas na Zona Franca de Manaus (AM) em 2022, representando alta de 7,9% sobre o ano passado.

Como está a produção da fábrica da Honda em Manaus?

Honda reporta alta nas vendas e estima novo crescimento para 2022 – 3 Minutos de leitura

Publicado: 21/01/2022 Por: Willian Teixeira

Líder em vendas do mercado brasileiro, a Honda Motos reportou resultados positivos para o ano de 2021. A marca da Asa registrou 24% de crescimento no volume total de motocicletas emplacadas, com mais de 882 mil unidades entre janeiro e dezembro de 2021 contra 711 mil no mesmo período de 2020. Os dados do último ano superam os patamares de vendas e produção de 2019, período pré-pandemia, quando foram emplacadas cerca de 853 mil unidades e produzidas 909 mil motocicletas em Manaus. Em termo de emplacamentos, o principal destaque no período foi a linha CG 160, que registrou 314 mil unidades, ou seja, 35% do total de vendas da Honda em 2021. Leia mais: Opinião: O Fusca, a CG e o arroz com feijão A nova Honda CBR 1000RR-R Fireblade é impecável! Honda registra patente da sport-touring NT 1100 no Brasil Um dos segmentos de maior destaque foi o do scooters, que cresceu 39% no último ano e superou a marca dos 104 mil emplacamentos.

  1. A Honda Motos fechou 2021 com cerca de 60% de participação e a liderança da PCX, enquanto a pequenina Elite registrou 55% de alta nos emplacamentos.
  2. Apesar do crescimento das vendas de scooters, a gama SH não acompanhou a tendência e foi descontinuada,
  3. Segundo a Honda, a retirada dos modelos de seu line up faz parte da estratégia para o segmento, visando fortalecer a produção de PCX e Elite.

Já no nicho de alta cilindrada, que teve dois importantes lançamentos – CBR 1000RR-R Fireblade e CRF 1100L Africa Twin – os emplacamentos avançaram 18%. Para 2022, a expectativa da Honda é ter um crescimento de 10% nos emplacamentos, apesar das incertezas do cenário econômico e de uma possível evolução da pandemia. A empresa segue acreditando na relevância da motocicleta para o Brasil e na visão de longo prazo do mercado nacional. Acompanhe a MOTOCICLISMO também pelas mídias sociais! – Instagram – Facebook – YouTube – Twitter E para manter sua posição de destaque no mercado brasileiro, a Honda já anunciou três novidades para seu line-up : as novas CB 1000R, X-ADV e NC 750X, sendo que esta última terá dois tipos de transmissão – convencional e DCT.

Quanto tempo leva a fila de espera da Honda?

Fila de espera por motos persiste, apesar da alta de 22,3% na produção Segundo Abraciclo, quem procura motos de baixa cilindrada e scooters tem de aguardar 30 dias um minuto de leitura A produção de motos em abril recuou 17,4% em relação a março ao somar 112,7 mil unidades.

  1. Os motivos foram o menor número de dias úteis por causa dos feriados, e também o baixo volume fabricado pela Yamaha (vice-líder de mercado).
  2. No acumulado do ano, a produção local subiu 22,3% e alcançou 439,8 mil unidades.
  3. A alta, contudo, não foi suficiente para formar estoque nas revendas e ainda faltam produtos para pronta entrega.

“A fila de espera hoje é de cerca de trinta dias para motos de baixa cilindrada e para scooters, que são muito utilizadas nos serviços de entrega e para deslocamento urbano”, afirma o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian. No começo de 2021 a espera chegou a 120 dias para alguns modelos.

  1. O problema foi causado pelos impactos da Covid-19 nas linhas de montagem.
  2. E a falta de componentes eletrônicos também prejudica a produção, caso da Yamaha.
  3. Em abril, a japonesa fabricou apenas 16,9 mil unidades, o segundo pior resultado de 2022, atrás apenas de janeiro (15,5 mil).
  4. No acumulado do ano, a produção da marca registrou ligeira queda (-1,3%) na comparação com o primeiro quadrimestre do ano passado, enquanto a Honda teve alta próxima a 30% nesta mesma comparação.

Segundo a Yamaha, suas linhas voltarão ao normal a partir de junho.

Como está a situação da Honda?

O mercado brasileiro de motos teve muito a comemorar em 2021. Impulsionado pelo delivery, que ganhou força com as medidas de isolamento social em decorrência da pandemia, e pela alta dos combustíveis, principalmente no ano passado, o segmento estabeleceu recordes.

  1. A produção alcançou 1.118.790 unidades, o melhor resultado desde 2015, e as vendas chegaram a 1.157.369 exemplares, alta de 26,4% em relação a 2020 e 7% superior a 2019, período pré-crise sanitária.
  2. Os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) animam Alexandre Cury, o executivo que comanda a Honda Motos no Brasil afirma ter experimentado todas as sensações em 2021.

“De um começo muito ruim, dramático, com o impacto da segunda onda da Covid-19”, disse. “E depois, com o avanço da vacinação e outras questões, fechamos o ano respirando melhor.” A marca japonesa não reduziu a marcha. A produção no polo industrial de Manaus chegou a 933.932 unidades no ano passado, crescimento de 23% na comparação com as 757.866 do período anterior.

E as vendas também aumentaram. Saíram de 711.494 na temporada 2020 para 882.079 em 2021, alta de 24%, com 76,3% de participação. A também japonesa Yamaha, com 17,4% de marketshare (201.666), e a chinesa Shineray, com 1,2% (13.767), ocuparam, respectivamente, a segunda e a terceira colocações. “Superar 2020 foi fácil.

Ficamos dois meses sem produção, zero. Mas batemos 2019, um ano sem pandemia”, afirmou Cury. A exemplo das últimas quatro décadas, o carro-chefe da Honda em vendas foi a CG, com 315.141 exemplares. O volume corresponde a um terço do total comercializado pela marca na última temporada. EM ANDAMENTO Fábrica da Honda em Manaus recebe investimento de R$ 500 milhões para melhorar a eficiência. (Crédito:Lalo de Almeida) A marca também viu crescer a procura por scooters. No acumulado entre janeiro e o final de outubro, foram emplacadas 88.340 unidades no País, segundo levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

  • O crescimento chega a 46,9% em relação ao mesmo período de 2020.
  • A Honda tem dois modelos na liderança do segmento.
  • São eles a PCX 150, na ponta, com 28.135 exemplares negociados em 2021, seguida pela Elite 125 (21.797).
  • A concorrente Yamaha NMax 160 ABC vem em terceiro, com 19.956 veículos comercializados.
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As scooters são vistas como soluções de mobilidade urbana, principalmente pela economia de combustível. Alguns modelos chegam a rodar 40 quilômetros com 1 litro de gasolina. O câmbio do tipo CVT dispensa o uso de embreagem. Com isso, o usuário só precisa sentar e acelerar.

Para o executivo, a scooter representa um novo mercado, muito relacionado à questão do trânsito, principalmente nas grandes capitais. “Os clientes deste segmento utilizam a scooter como meio de locomoção acessível e mais rápido”, disse o executivo. E por que scooter? “Porque é automática, a maioria tem ABS, porta-capacete, tomada para carregar o celular, start stop e as cores se assemelham muito às de automóveis.” O line-up variado da marca — são ao menos 25 modelos à disposição — e a capilaridade da rede, com 1,1 mil pontos oficiais pelo País, são vistos como importantes aliados para o sucesso da Honda no Brasil, onde já está há 50 anos.

O portfólio atende diversas necessidades, como lazer e trabalho, e tem preços que variam de R$ 7,7 mil na Pop a R$ 170 mil na Fireblade. Modelos como Pop, CG, Biz, Bros, Twister, XRE 300 só existem no Brasil, o principal mercado da bandeira fora da Ásia. DE OLHO NO BOLSO Motoristas têm trocado o automóvel pela motocicleta para minimizar os impactos dos aumentos dos preços dos combustíveis. (Crédito: Romildo de Jesus) PROJETOS Até abril, a bandeira irá promover uma renovação na categoria de alta cilindrada.

  1. Estão previstas as chegadas da nova CB 1000, que é a flagship das nakeds, e da NC 750X, “um SUV das motocicletas”.
  2. Além disso, a Honda deve finalizar até o fim do primeiro trimestre o plano de investimento de R$ 500 milhões, iniciado em 2019, na planta de Manaus.
  3. O aporte inclui iniciativas para redução de custo.

“Buscamos ganho de eficiência. Nossa fábrica é de 1976. Teve um crescimento meio orgânico em alguns momentos, mas precisávamos fazer uma série de reestruturações.” Apesar do sucesso nas vendas e dos pouco mais de 7 mil colaboradores da planta de Manaus estarem na ativa, nem tudo é motivo de satisfação na Honda.

A empresa enfrenta fila de até três meses para a entrega de alguns modelos. E os motivos são variados, segundo Cury. Há restrição de fornecimento de componentes que carregam semicondutores — ou seja, chips — nas motocicletas de alta cilindrada (acima de 450cc no mercado brasileiro, ou 500cc para a marca).

“Isso acontece nas motocicletas que agregam muita eletrônica, muitos sensores, como a GL Goldwing, que chega a ter airbag. No entanto, nada comparável à crise dos automóveis.” Já nos modelos de baixa cilindrada, que também têm eletrônica, não há falta de componentes e, sim, um desafio muito grande de logística, principalmente no custo, que chegou a triplicar.

A líder CG, por exemplo, tem de 92% a 95% de índice de nacionalização, com alguns componentes importados. O executivo enumera os desafios, que incluem, por exemplo, adotar frete aéreo, porque não há contêiner. “O custo de logística disparou. Subiu em dólar e o nosso real depreciou demais. Esse é o grande gargalo hoje.

Não é a produção em si do componente na origem.” O diretor destaca também a alta no preço das commodities, como o aço, utilizado no chassi; o alumínio, no motor; além de borrachas e resinas. “Todas essas commodities dispararam. E em dólar.” Ele afirma que a marca não consegue transferir isso na ponta. ESSÊNCIA MANTIDA A Honda CG passou por diversas transformações nos últimos 45 anos sem perder a liderança do mercado. As vendas no período superaram as 13,5 milhões de unidades. (Crédito:Divulgação) As incertezas se estendem a questões econômicas, como a alta da inflação, que consequentemente reduz o poder de compra da população, e do câmbio.

  1. Isso sem contar o desemprego elevado.
  2. Temos clientes de classe D até AAA”, disse.
  3. Mas o core são os B-, C e D.
  4. E pessoas com uma renda mais baixa estão mais expostas a essa situação de desemprego.
  5. Por outro lado, os combustíveis em alta servem de alento para o setor.
  6. Em 2021, a gasolina e o diesel subiram 44% nos postos pelo Brasil, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Muitos motoristas têm trocado o automóvel pela motocicleta, mais econômica. “A questão financeira acaba dando estímulo para a motocicleta. E também como ferramenta de trabalho. É uma fonte de renda. E não é só o delivery”, afirmou. “Tem muito mototáxi em alguns centros pelo País, como o Rio de Janeiro.” O economista Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, acredita em um mercado ainda aquecido neste início de ano, mas evita fazer projeções de longo prazo em meio à pandemia.

Quais são os lançamentos da Honda para 2022?

Honda X-ADV 2022. (Foto: Honda) Para este ano, duas motocicletas e uma scooter da Honda Motos trazem atualizações importantes. Segundo a marca, as mudanças renovam e visam satisfazer todas as expectativas dos brasileiros. A seguir, você confere os lançamentos da Honda Motos 2022: CB 1000R, X-ADV e NC 750X! Honda NC 750X 2022. (Foto: Honda)

Como saber se a moto Honda está chegando?

ENVIO E ENTREGA Você pode acompanhar o processo do seu pedido a qualquer momento em sua conta, em ” Meus pedidos “, e você também receberá um e-mail em cada etapa. As encomendas são enviadas com diferentes correios, dependendo do revendedor, tamanho e peso da parcela, país de entrega, etc Você receberá um e-mail, o dia em que seu pedido é despachado, com o número de rastreamento e link para o site correios para que você possa acompanhar o seu parcela.

Esta informação também aparecerá na sua conta. CUSTO DE ENVIO Os custos de envio dependem do pedido, do tamanho da encomenda, do peso, do correio e do país onde é entregue. Os custos de envio aparecem sempre no carrinho e são atualizados automaticamente quando um item é adicionado. Custos adicionais de envio podem ser cobrados se o tamanho ou peso do pacote exceder o limite máximo.

Neste caso, iremos informá-lo por e-mail o mais breve possível. PRAZO DE ENTREGA Depois de concluir o pedido em www.moto-pecas-honda.com, o processamento levará de 1 a 3 dias úteis. A entrega em Portugal leva de 4 a 7 dias úteis para itens de estoque e de 7 a 14 dias úteis para itens encomendados.

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Se você precisar urgentemente de sua parte, entre em contato conosco antes de solicitar a disponibilidade. A quantidade indicada não significa que a peça esteja disponível. Por favor, note que não há entregas aos domingos e feriados. Se você tiver encomendado Itens com tempos de entrega diferentes, nós os enviaremos em uma remessa conjunta, a menos que tenhamos acordado de outra forma com você.

Nesse caso, o tempo de entrega é determinado pelo item com o maior tempo de entrega. RASTREAMENTO DE PACOTE Assim que nós entregamos o seu pacote para o correio, você receberá o número de rastreamento do seu pacote de nós por e-mail. Você também pode encontrar o número de rastreamento com o link para o site da transportadora em sua conta, em ” Meus pedidos “.

Com isso, você pode verificar de maneira fácil e conveniente o status atual da entrega na página inicial do correio e descobrir onde sua encomenda está no momento. Se a encomenda não chegou à sua casa dentro de uma semana e não foi entregue aos seus vizinhos, por favor contacte-nos por e-mail,

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Porque a Honda está demorando para entregar as motos 2022?

Olá Sr. Clayton, Boa tarde. Esperamos que esteja bem! Diante da manifestação feita por esse canal, informamos que a previsão de atendimento de sua motocicleta está para a segunda quinzena de Julho/2022, e todas as informações podem ser acompanhadas junto à concessionária onde a aquisição foi realizada.

  1. Esclarecemos que devido ao avanço da crise de saúde pública, foi necessário readequar toda a linha de produção.
  2. Sendo assim, todas as medidas necessárias foram tomadas de modo a preservar a saúde e segurança das pessoas, em total observância às medidas de restrição divulgadas pelas autoridades governamentais.

Por conta do colapso na cidade de Manaus a Honda Motos precisou suspender a produção por conta do agravamento da pandemia no Estado do Amazonas e a falta de insumos. Conforme veiculação na mídia: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/01/honda-suspende-producao-em-manaus-por-pandemia-e-falta-de-insumos.shtml Ressaltamos que devido a isso em determinadas regiões, ocorrem atraso na entrega dos produtos.

  • Desta forma, continuamos trabalhando para normalizar o abastecimento, de forma gradual, tendo em vista os desafios impostos pela pandemia no país.
  • Pedimos desculpas por todo transtorno.
  • Permanecemos à disposição via mensagem privada.
  • A Honda, através do Serviço de Atendimento ao Cliente, permanece à disposição para eventuais esclarecimentos pelo telefone: 0800 055 22 21 Atenciosamente, Beatriz.

Especialista em Atendimento ao Cliente Moto Honda da Amazônia

Como saber a fila de espera da Honda?

Olá, Sr, Jefferson, Agradecemos a sua manifestação com a Administradora de Consórcio Honda, que preza permanentemente a qualidade dos serviços e atendimento aos clientes. Conforme nosso contato em 24/01/2021, os esclarecimentos referentes a sua solicitação foram prestados.

Lamentamos qualquer transtorno, e reforçamos nosso compromisso em buscar a melhoria contínua em nossos produtos e serviços, visando a satisfação dos nossos clientes. Permanecemos a disposição nos canais de atendimento a seguir: www.consorcionacionalhonda.com.br WhatsApp: Para ter acesso, basta adicionar em seu telefone o número (11 2172-7007) e mandar um “oi”.

Além da praticidade, você não terá nenhum custo.” App Honda Serviços Financeiros Central de Atendimento ao Cliente: 0xx11 2172-7007 Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 722 2340. Atenciosamente, Consórcio Honda.

Quantas motos são fabricadas por dia na Honda?

A história da 1ª fábrica da Honda no Brasil | Honda Motos Na história da Honda a data de 4 de novembro de 1976 é muito significativa. Foi neste dia que em Manaus, AM, a primeira moto Honda fabricada no Brasil saiu da linha de montagem. Para contar como e por qual razão a Honda decidiu fabricar motos na amazônia é necessário dar uma marcha a ré de cerca de cinco anos no tempo, voltando até outubro de 1971.

  • Foi naquele mês e ano que, em um modesto predinho no bairro da Pompéia, em São Paulo, a Honda inaugurou sua primeira subsidiária no Brasil – uma importadora – destinada a receber caixas com motos prontinhas trazidas diretamente do Japão.
  • A marca Honda então já era razoavelmente conhecida dos brasileiros, pois desde a metade dos anos 1960 importadores independentes vendiam alguns modelos no mercado nacional, motos que logo ganharam boa fama principalmente pela tecnologia, robustez e confiabilidade mecânica.

Em pouco tempo a entrada oficial da Honda no Brasil se comprovou um excelente negócio: as poderosas, 500 Four e CB 350 viraram objeto máximo dos desejos dos motociclistas mais experientes, enquanto as pequenas CB 125, ST 70 e CB 50 formavam uma legião de novos fãs do guidão.

Ter uma Honda era o máximo, não só pela qualidade da moto em sí mas também pelo caprichado pós-vendas, disponibilidade de peças de reposição e mecânicos bem treinados para seguir a excelência do produto. Foi nesse clima que o fundador da empresa, Soichiro Honda, decidiu vir ao Brasil em pessoa, no final de 1973.

A viagem tinha propósitos múltiplos: ver seus negócios de perto, conhecer um pouco melhor o país e reencontrar um amigo de longa data, um conterrâneo, radicado no Brasil desde o finalzinho dos anos 1930. O amigo Yasutomo Kato e esposa ciceronearam Soichiro e sua esposa Sachi.

Os casais visitaram Brasília, Foz de Iguaçu e boa parte do estado de São Paulo, lugar que naquela época concentrava praticamente toda a indústria automobilística brasileira. Honda-san gostou do que viu e ouviu de seu amigo Kato, um entusiasta do Brasil, e decidiu comprar uma área de 1,7 milhões de m2 na região de Sumaré, a poucos quilômetros da capital paulista.

Qual era a idéia? No futuro construir uma fábrica Honda motos no Brasil. Em meados de 1975 uma “canetada” dada em Brasília trouxe o futuro para o presente, e fez Soichiro antecipar os planos: a legislação das importações mudara e, do dia para noite, foi proibido trazer qualquer tipo de veículo – carro ou moto – do exterior.

  • A operação da Honda no Brasil teria que mudar e havia apenas duas alternativas, fechar ou fabricar.
  • Felizmente a opção foi a nº2.
  • A necessária rapidez para montar a fábrica fez a escolha recair em Manaus, local onde a política de incentivos fiscais para a instalação de indústrias e importação de maquinário e equipamentos por conta da Zona Franca era sedutora.
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E o terrenão em Sumaré? Foi “esquecido” por vinte anos, até receber a fábrica de automóveis Honda, inaugurada em 1997. Começar a fazer motos em Manaus nos anos 1970 não foi fácil. Não havia nenhum fornecedor por perto, aliás, nem rodovia para escoar a produção para o principal mercado, a região Sudeste, situada a 3 mil quilômetros de distância.

  • Nada disso, porém, impediu que o projeto de fabricar motos no Brasil fosse levado adiante.
  • A toque de caixa uma fábrica foi construída, e os problemas foram sendo resolvidos um a um: não tem estrada? A produção viajaria por rio, 1.600 km até Belém do Pará e, de lá, por caminhão para onde for.
  • Não existem fornecedores de motopeças em Manaus? Verticalize-se a produção, ou seja, fabricar praticamente tudo os componentes internamente.

Diz a lenda que antes de começar a produção, representantes da Honda foram sondar alguns fornecedores da indústria automobilística, entre eles um gigante na fabricação de rodas no Brasil. A boa receptividade do potencial fornecedor acabou quando os executivos da Honda estimaram em cerca de 20 mil rodas a aquisição no primeiro ano de operação.

O suposto fornecedor recusou o trabalho, alegando que “faltaria um zero na encomenda”, acostumado à pedidos de centena de milhares de rodas, não a mera dezenas de milhares. A primeira moto Honda fabricada foi a : derivada da CB 125S japonesa, a CG nacional repetia as qualidades dinâmicas do modelo importado, só que oferecendo maior robustez.

A CG logo conquistou a preferência dos brasileiros, e desde seu lançamento é a motocicleta mais vendida do Brasil. A fábrica da Honda em Manaus superou todos os desafios e hoje não só a produção ainda é escoada por via fluvial como permanece muito verticalizada: a não ser pelos pneus e outros poucos componentes, tudo aquilo que compõe uma Honda “made in Manaus” é produzido internamente.

Operando há 42 anos, neste longo espaço de tempo mais de 25 milhões de motos saíram das linhas de montagem manauaras, sendo que 13 milhões foram do modelo CG. Hoje a Honda fabrica 3.950 motos por dia. São 24 modelos em 108 versões produzidos na área de 727 mil2, com 263 mil m2 de área construída, onde diariamente trabalham 7 mil pessoas.

A fábrica de Manaus é a maior da empresa dedicada exclusivamente à fabricação de motos no planeta e sua história espelha a perseverança e visão de futuro de Soichiro Honda, assim como o real sentido do slogan da empresa, o Poder dos Sonhos. Sim, por que se a razão prevalecesse sobre o de sonho, a fábrica da Honda em Manaus e a própria Honda não existiriam.

Quanto custa trazer uma moto de Manaus?

O custo médio do transporte de uma motocicleta na transportadora é de R$ 900, mas tudo depende da sua rota de destino e origem, tamanho da motocicleta e se o serviço para o transporte da moto será exclusivo de guincho ou com caminhão cegonha.

Quanto ganha um uber moto em Manaus?

O que precisa para ser Uber Moto? – Para ser Uber Moto é preciso ter CNH junto com a observação de atividade remunerada, também conhecida pela sigla EAR. Motociclistas que já trabalham na Uber podem ganhar até R$ 1.000 com indicações de outros trabalhadores para a plataforma.

Quantas motos a Honda fábrica por dia 2022?

Motos Honda vende 3,8 mil motos/dia em 2022 – Naturalmente, a fabricante celebra o momento. O desempenho marca o melhor primeiro semestre de um ano desde 2015, quando foram comercializadas 520 mil motos em 6 meses. Além disso, apresenta um crescimento expressivo em relação a 2021, calendário diretamente afetado pela pandemia: 25%. Veterana de 24 anos, a Biz está em ótima fase. Emplacou 89 mil motos no semestre, cresceu 30% em comparação com 2021 e, neste ritmo, vai fechar o ano com 200 mil novos emplacamentos Quem puxa a fila, como sempre, é a linha CG 160, Somadas, Titan, Fan, Start e Cargo emplacaram 179 mil motos (1,4 mil por dia). A boa fase das motos Honda também se reflete na alta cilindrada (que para a marca incia nas 450cc). Em 2022, houve crescimento de 16% no segmento Além das vendas, o bom momento reflete nos números da produção – que inclui também as motos que são fabricadas aqui e exportadas para outros países. A produção também cresceu, 22% em relação ao ano passado. Fábrica da Honda em Manaus (AM) deve fechar o ano com mais de um milhão de motos produzidas

Quando sai as motos 2022?

As novidades no mundo automobilístico – Os estão a todo vapor. Com as montadoras tendo dificuldades no ano passado por causa da pandemia, espera-se que em 2022 as novidades sejam incríveis! Algumas motos devem ser lançadas ainda em 2021, mas a maioria é esperada para o primeiro e segundo trimestre de 2022.

Como vai ser a Honda 2023?

Honda CG 160 Start 2023: a mais acessível da família | Honda A história da motocicleta mais vendida do Brasil, a Honda CG, é pontilhada de aperfeiçoamentos que deram ao modelo uma constante evolução tecnológica e estilística, qualidade esta que o fez cruzar décadas no 1ª lugar das preferências dos motociclistas.

Com mais de 14 milhões de unidades produzidas, este invejável status espelha o acerto das escolhas da Honda, que desde a primeira CG 125, lançada em 1976, estabeleceu um padrão rígido no qual a excelência do projeto foi fielmente seguida por um rígido controle de qualidade na fabricação, sem esquecer de um detalhe importante: oferecer versões do modelo diferenciadas entre si, com o objetivo de atender aos clientes de modo mais preciso.

Um exemplo desta filosofia é a Honda CG Start, versão nascida em 2015 para ser a mais acessível da família, mas que nem por isso abriu mão das qualidades técnicas que são patrimônio da família CG desde sempre. Inicialmente equipada com o motor de 150 cc, a CG Start foi imediatamente reconhecida como ideal para os que queriam gastar o mínimo levando para casa o máximo: de fato, desde seu lançamento, componentes essenciais como motor – que se tornou 160 cc em 2016 – e chassi sempre foram idênticos aos utilizados na mais elaborada das CG, a Titan.

Nesta história de sucesso que já dura oito anos, nada menos do que 609.981 Honda CG Start foram produzidas até julho de 2022 (91.748 delas com motor 150 cc), cifra que explicita a aceitação desta versão que traz itens diferenciados, voltados a quem deseja simplicidade, mas não quer abrir mão da eficiência.

Para 2023 a Honda CG 160 Start traz como novidade a cor Azul Perolizado, que se une às tradicionais Vermelho e Preto, completando o trio de opções disponível para esta versão. No âmbito técnico/estilístico não ocorreram modificações, permanecendo a CG 160 Start 2023 com linhas limpas, que por ocasião da renovação de 2022 recebeu nova carenagem frontal e painel.

O consagrado motor 160cc com tecnologia FlexOne segue inalterado assim como o chassi de aço estampado com arquitetura tipo Diamond. Completa a parte ciclística a robusta suspensão dianteira tipo SFF (Separated Function Fork), a traseira com conjuntos amortecedor-mola de dupla ação (com possibilidade de regulagem na carga da mola em cinco posições) e o sistema de frenagem com sistema CBS – Combined Braking System.

Exclusividade da CG 160 Start são as rodas raiadas com aros de aço “Black Chrome” dotadas de freios a tambor, com 130mm de diâmetro. O preço público sugerido da Honda CG 160 Start 2023 será de R$ 12.650,00, com base no Distrito Federal, não inclusas despesas de frete e seguro.

Quanto tempo leva para montar uma moto?

Falta de motos ainda gera filas de espera de até 4 meses Espera por uma Honda Biz pode levar até 120 dias, um mês a mais que para linha CG 160 2 minutos de leitura Apesar do empenho das fábricas de motos em Manaus (AM) nos meses mais recentes, sobretudo em março e abril, a produção no acumulado do ano não foi suficiente para acabar com as filas de espera.

  1. Uma pesquisa com concessionárias da Grande São Paulo e do interior mostra que essa demora ainda pode chegar a 120 dias, dependendo do modelo e cor.
  2. Publicidade O problema começou em 2020 como consequência da paralisação da Honda por cerca de 60 dias e da Yamaha por 30 dias.
  3. A escassez de produtos atingiu consorciados e também aqueles que procuravam uma nova moto para os serviços de entrega, que cresceram com a pandemia de Covid-19.

Em janeiro de 2021 e em maio foi, O problema vai se estender pelo segundo semestre por causa das férias coletivas das fábricas, programadas para julho, A reportagem de Automotive Business realizou ligações telefônicas identificando-se como consumidor comum e descobriu que outros modelos além da Honda CG 160 (moto mais vendida do País) estão demorando a chegar.

“A Biz tem fila de espera de quatro meses”, afirma o vendedor Renan, da concessionária Sperta de Birigui (SP). Na revenda Nova Radar de Osasco (SP), o vendedor Cláudio afirma que nem mesmo tem previsão de chegada para o modelo. Na Remaza, da capital paulista, a vendedora Janaína afirma que tanto a linha Biz como a Pop estariam demorando de 90 a 120 dias para chegar.

Na Sport Motor de Rio Claro (SP), a vendedora Mirelli dá uma previsão um pouco mais otimista para a Biz, mas recorda que cores mais procuradas como branca e prata levam até 90 dias para chegar.

FILA VARIA CONFORME A COR DA MOTO

No caso da linha CG 160, a moto preferida pelos entregadores, a pesquisa revelou espera mínima de 40 e máxima de 90 dias. Esse tempo oscila conforme a revenda, versão ou cor e com alguma sorte e muita pesquisa é possível encontrar algumas unidades com menor espera: “Tenho uma CG 160 Cargo chegando no dia 20”, garante Fernando, da Japauto.

  1. Normalmente, o que se ouve dos vendedores é a expressão “Tenho aqui na minha tela uma moto tal da cor tal.” Em regra, essa moto “na tela” não é um produto em estoque no fundo da loja, mas sim a caminho de Manaus (AM) para São Paulo, um frete que leva cerca de 15 dias.
  2. Automotive Business procurou a Associação dos revendedores, a Assohonda, para entender melhor a extensão do problema, mas não houve resposta.

Em abril a Honda havia produzido 95 mil motos e este número recuou em maio para 83,1 mil (-12,5%), apesar de suas revendas ainda estarem desabastecidas. A fabricante deu uma explicação vaga para o problema, alegando que não houve falta de peças ou dias parados e que a variação de produção pode ocorrer em razão de fatores como mix de produtos ou “alocação de recursos produtivos”.

Esse descompasso entre a demanda e a oferta nas revendas aparece em números. De abril para maio os emplacamentos totais saltaram de 94,7 mil para 110,4 mil unidades. Já as vendas no atacado (das fábricas para as concessionárias) caíram neste mesmo período de 108,8 mil para 99,7 mil. A falta de produtos também atinge a rede Yamaha, sobretudo os scooters NMax 160 e XMax 250.

“A maior demora ocorre mesmo para esses modelos, especialmente pela falta de componentes vindos da Ásia”, afirma Odair Donatti Júnior”, diretor da Abracy, associação que reúne os concessionários da vice-líder de mercado. Segundo o vendedor Agnaldo, da Feltrin Motos, são cerca de 60 dias até a chegada de um NMax.

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Quantos carros a Honda fábrica por dia?

Honda celebra a produção de 2 milhões de veículos no Brasil | Honda A Honda Automóveis do Brasil celebrou hoje o marco de 2 milhões de carros produzidos em solo nacional, em cerimônia realizada na fábrica de Itirapina-SP, com colaboradores, executivos da empresa e convidados.

  1. Uma história que teve início em 1997 com a produção de 20 unidades diárias do modelo Civic, então em sua sexta geração, chega a este significativo volume com um HR-V Touring azul cósmico saindo da linha de produção como o modelo de número 2.000.000.
  2. Pilares da filosofia da empresa, o foco constante no cliente e a qualidade superior de seus produtos e serviços são os fatores chave para esta trajetória de sucesso.

“Produzir 2 milhões de automóveis é algo grandioso, significa atender as expectativas de milhões clientes, não só no Brasil, mas também nos mercados para os quais exportamos”, comenta Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America. Contar com o apoio de colaboradores engajados e que mantém vivo o propósito da empresa, fez toda a diferença ao longo dos anos.

Hoje, a Honda Automóveis do Brasil conta com mais de 3.500 colaboradores, entre as unidades de Sumaré e Itirapina, ambas no interior de São Paulo. A sólida rede de concessionárias da marca, presente em todo Brasil com 215 pontos de venda; além da estrutura de fornecedores locais, que conta com 163 empresas atualmente, também contribuíram para alcançar este marco, com dedicação e trabalho em sinergia.

“O foco em superar as expectativas de nossos consumidores, entregando produtos da mais alta qualidade, é o que torna a Honda uma marca de excelência. Esse é o nosso DNA, o que está na origem do marco que estamos comemorando. Agradeço a cada colaborador, fornecedor e concessionário pelo trabalho realizado e pela história que compartilhamos”, completa Issao Mizoguchi.

Ao longo da trajetória de 23 anos de produção de automóveis no Brasil, contínuos investimentos foram realizados com o objetivo de aumentar a capacidade de produção e melhorar a eficiência dos processos. Como resultado, atualmente, mais de 500 automóveis são produzidos diariamente entre os modelos Civic, Fit, City, HR-V e WR-V.

A linha de produtos comercializada no país ainda conta com os importados Accord, CR-V e Civic Si.

  • Linha do Tempo
  • 1992 – Honda dá início à importação de automóveis para o Brasil (Civic e Accord).
  • 1997 – Inauguração da fábrica de automóveis em Sumaré, interior de São Paulo.
  • Início da produção nacional do Honda Civic (6ª geração do modelo), com volume diário de produção de 20 unidades.
  • 2000 – Início da comercialização CR-V no Brasil (importado).
  • Lançamento da 7ª geração do Honda Civic.
  • 2003 – Início da comercialização do Honda Fit, segundo carro produzido pela marca no Brasil, e primeiro carro nacional a oferecer transmissão automática CVT.
  • 2005 – Honda Fit passa a contar com a motorização de 1,5 litros.
  • Honda Fit, produzido em Sumaré (SP), passa a ser exportado para o México.
  • Honda anuncia expansão e investimentos de US$ 100 milhões na fábrica de Sumaré.
  • Honda Automóveis: 200 mil unidades produzidas no Brasil.
  • 2006 – New Civic é lançado no mercado brasileiro (8ª geração do modelo).
  • Honda apresenta tecnologia Flex em seus modelos Fit e New Civic.
  • Honda Automóveis: 300 mil unidades produzidas no Brasil.
  • 2007 – Início da produção nacional do Civic Si.
  • 2008 – Honda Automóveis otimiza a produção de motores e inaugura nova unidade de Power Train em Sumaré (SP).

Honda Fit ganha série especial “1.5 S”.

  1. Honda Automóveis: 500 mil unidades produzidas no Brasil.
  2. 2009 – Lançamento do Honda City – terceiro modelo produzido pela Honda no Brasil.
  3. Honda Automóveis: 700 mil unidades produzidas no Brasil.
  4. 2011 – Honda Automóveis lança edição especial do New Civic.
  5. Honda Automóveis: 900 mil unidades produzidas no Brasil.
  6. 2012 – Lançamento da 9ª geração do Honda Civic.
  7. Lançamento do Fit Twist – versão do modelo desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro.
  8. Início da construção do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis em Sumaré.
  9. Honda atinge capacidade máxima de produção diária, de 620 unidades.
  10. Honda Automóveis: 1 milhão de unidades produzidas na fábrica de Sumaré.

2013 – Honda Civic ganha motorização 2.0.

  • Honda CR-V recebe tecologia flex sem o subtanque de partida a frio.
  • 2014 – Civic Si importado volta a ser comercializado no Brasil.
  • Inauguração do parque eólico da Honda em Xangri-lá (RS), suprindo totalmente a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré (SP).
  • Inauguração do novo centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis em Sumaré.
  • 2015 – Honda lança o HR-V, quarto modelo produzido no Brasil.
  • Inauguração da nova sede administrativa da Honda América do Sul e Honda Automóveis do Brasil em Sumaré, interior de São Paulo.
  • 2016 – Lançamento do Novo Civic geração 10.
  • Honda Automóveis: 1,5 milhão de unidades produzidas no Brasil.
  • 2017 – Lançamento do WR-V, primeiro modelo com desenvolvimento liderado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda no Brasil.
  • Outubro: Honda comemora 20 anos de produção nacional no Brasil.
  • 2019 – Inauguração da nova fábrica de automóveis da marca no Brasil, na cidade de Itirapina (SP).
  • 2020 – Honda celebra a produção de 2 milhões de automóveis em solo nacional.

: Honda celebra a produção de 2 milhões de veículos no Brasil | Honda

Quantos funcionários tem a Honda em Manaus?

A Honda possui o maior complexo fabril de Manaus, com cerca de 7.000 funcionários.

Quantas motos a Honda fábrica por dia 2022?

Motos Honda vende 3,8 mil motos/dia em 2022 – Naturalmente, a fabricante celebra o momento. O desempenho marca o melhor primeiro semestre de um ano desde 2015, quando foram comercializadas 520 mil motos em 6 meses. Além disso, apresenta um crescimento expressivo em relação a 2021, calendário diretamente afetado pela pandemia: 25%. Veterana de 24 anos, a Biz está em ótima fase. Emplacou 89 mil motos no semestre, cresceu 30% em comparação com 2021 e, neste ritmo, vai fechar o ano com 200 mil novos emplacamentos Quem puxa a fila, como sempre, é a linha CG 160, Somadas, Titan, Fan, Start e Cargo emplacaram 179 mil motos (1,4 mil por dia). A boa fase das motos Honda também se reflete na alta cilindrada (que para a marca incia nas 450cc). Em 2022, houve crescimento de 16% no segmento Além das vendas, o bom momento reflete nos números da produção – que inclui também as motos que são fabricadas aqui e exportadas para outros países. A produção também cresceu, 22% em relação ao ano passado. Fábrica da Honda em Manaus (AM) deve fechar o ano com mais de um milhão de motos produzidas

Quando chega as motos 2022?

As novidades no mundo automobilístico – Os estão a todo vapor. Com as montadoras tendo dificuldades no ano passado por causa da pandemia, espera-se que em 2022 as novidades sejam incríveis! Algumas motos devem ser lançadas ainda em 2021, mas a maioria é esperada para o primeiro e segundo trimestre de 2022.

Quantas motos são fabricadas por dia na Honda?

A história da 1ª fábrica da Honda no Brasil | Honda Motos Na história da Honda a data de 4 de novembro de 1976 é muito significativa. Foi neste dia que em Manaus, AM, a primeira moto Honda fabricada no Brasil saiu da linha de montagem. Para contar como e por qual razão a Honda decidiu fabricar motos na amazônia é necessário dar uma marcha a ré de cerca de cinco anos no tempo, voltando até outubro de 1971.

Foi naquele mês e ano que, em um modesto predinho no bairro da Pompéia, em São Paulo, a Honda inaugurou sua primeira subsidiária no Brasil – uma importadora – destinada a receber caixas com motos prontinhas trazidas diretamente do Japão. A marca Honda então já era razoavelmente conhecida dos brasileiros, pois desde a metade dos anos 1960 importadores independentes vendiam alguns modelos no mercado nacional, motos que logo ganharam boa fama principalmente pela tecnologia, robustez e confiabilidade mecânica.

Em pouco tempo a entrada oficial da Honda no Brasil se comprovou um excelente negócio: as poderosas, 500 Four e CB 350 viraram objeto máximo dos desejos dos motociclistas mais experientes, enquanto as pequenas CB 125, ST 70 e CB 50 formavam uma legião de novos fãs do guidão.

Ter uma Honda era o máximo, não só pela qualidade da moto em sí mas também pelo caprichado pós-vendas, disponibilidade de peças de reposição e mecânicos bem treinados para seguir a excelência do produto. Foi nesse clima que o fundador da empresa, Soichiro Honda, decidiu vir ao Brasil em pessoa, no final de 1973.

A viagem tinha propósitos múltiplos: ver seus negócios de perto, conhecer um pouco melhor o país e reencontrar um amigo de longa data, um conterrâneo, radicado no Brasil desde o finalzinho dos anos 1930. O amigo Yasutomo Kato e esposa ciceronearam Soichiro e sua esposa Sachi.

Os casais visitaram Brasília, Foz de Iguaçu e boa parte do estado de São Paulo, lugar que naquela época concentrava praticamente toda a indústria automobilística brasileira. Honda-san gostou do que viu e ouviu de seu amigo Kato, um entusiasta do Brasil, e decidiu comprar uma área de 1,7 milhões de m2 na região de Sumaré, a poucos quilômetros da capital paulista.

Qual era a idéia? No futuro construir uma fábrica Honda motos no Brasil. Em meados de 1975 uma “canetada” dada em Brasília trouxe o futuro para o presente, e fez Soichiro antecipar os planos: a legislação das importações mudara e, do dia para noite, foi proibido trazer qualquer tipo de veículo – carro ou moto – do exterior.

A operação da Honda no Brasil teria que mudar e havia apenas duas alternativas, fechar ou fabricar. Felizmente a opção foi a nº2. A necessária rapidez para montar a fábrica fez a escolha recair em Manaus, local onde a política de incentivos fiscais para a instalação de indústrias e importação de maquinário e equipamentos por conta da Zona Franca era sedutora.

E o terrenão em Sumaré? Foi “esquecido” por vinte anos, até receber a fábrica de automóveis Honda, inaugurada em 1997. Começar a fazer motos em Manaus nos anos 1970 não foi fácil. Não havia nenhum fornecedor por perto, aliás, nem rodovia para escoar a produção para o principal mercado, a região Sudeste, situada a 3 mil quilômetros de distância.

Nada disso, porém, impediu que o projeto de fabricar motos no Brasil fosse levado adiante. A toque de caixa uma fábrica foi construída, e os problemas foram sendo resolvidos um a um: não tem estrada? A produção viajaria por rio, 1.600 km até Belém do Pará e, de lá, por caminhão para onde for. Não existem fornecedores de motopeças em Manaus? Verticalize-se a produção, ou seja, fabricar praticamente tudo os componentes internamente.

Diz a lenda que antes de começar a produção, representantes da Honda foram sondar alguns fornecedores da indústria automobilística, entre eles um gigante na fabricação de rodas no Brasil. A boa receptividade do potencial fornecedor acabou quando os executivos da Honda estimaram em cerca de 20 mil rodas a aquisição no primeiro ano de operação.

  • O suposto fornecedor recusou o trabalho, alegando que “faltaria um zero na encomenda”, acostumado à pedidos de centena de milhares de rodas, não a mera dezenas de milhares.
  • A primeira moto Honda fabricada foi a : derivada da CB 125S japonesa, a CG nacional repetia as qualidades dinâmicas do modelo importado, só que oferecendo maior robustez.

A CG logo conquistou a preferência dos brasileiros, e desde seu lançamento é a motocicleta mais vendida do Brasil. A fábrica da Honda em Manaus superou todos os desafios e hoje não só a produção ainda é escoada por via fluvial como permanece muito verticalizada: a não ser pelos pneus e outros poucos componentes, tudo aquilo que compõe uma Honda “made in Manaus” é produzido internamente.

  1. Operando há 42 anos, neste longo espaço de tempo mais de 25 milhões de motos saíram das linhas de montagem manauaras, sendo que 13 milhões foram do modelo CG.
  2. Hoje a Honda fabrica 3.950 motos por dia.
  3. São 24 modelos em 108 versões produzidos na área de 727 mil2, com 263 mil m2 de área construída, onde diariamente trabalham 7 mil pessoas.

A fábrica de Manaus é a maior da empresa dedicada exclusivamente à fabricação de motos no planeta e sua história espelha a perseverança e visão de futuro de Soichiro Honda, assim como o real sentido do slogan da empresa, o Poder dos Sonhos. Sim, por que se a razão prevalecesse sobre o de sonho, a fábrica da Honda em Manaus e a própria Honda não existiriam.