Quanto Custa Uma Inseminação Artificial Em Manaus?

Quanto Custa Uma Inseminação Artificial Em Manaus
Inseminação Artificial – Esperma do parceiro masculino: R7,570.00 * Lavagem de esperma: R1,683.00 Inseminação Artificial – Esperma do Doador: R13,921.00 (Preços válidos até dezembro 2019) A possibilidade de múltiplos ciclos de tratamento

Qual o valor de uma inseminação em Manaus?

Inseminação artificial: valor – Quer saber quanto custa uma inseminação artificial ? De acordo com a média do mercado de clínicas de reprodução assistida, é possível realizar o tratamento de inseminação, sem a inclusão dos medicamentos, por valores que variam de R$ 2.500 a R$ 3.000,

Quanto custa inseminação artificial 2022?

Em média, o valor para o processo de Inseminação Artificial, sem os medicamentos, fica entre R$ 2.500 a R$ 3.500.

Como faço para fazer inseminação artificial pelo SUS?

Fertilização in Vitro e Inseminação Artificial: seu plano de saúde ou o SUS devem cobrir?

  • Aproveitando que estamos no mês mundial da conscientização da infertilidade, explicarei tudo passo a passo para que você, paciente, saiba se o seu caso é de cobertura ou não!
  • Mas antes, vamos entender um pouquinho sobre o que são os dois procedimentos.
  • O que é a Fertilização in Vitro, mais conhecida como FIV?

Nada mais é que a técnica que permite fertilizar o óvulo no ambiente de laboratório, fora do corpo da mulher. O tratamento é uma opção para casais inférteis que desejam ter filhos. As chances de sucesso giram em torno de 50% para mulheres de até 35 anos, e diminuem gradativamente após essa idade (o limite máximo é de 50 anos).

  1. O que é Inseminação Artificial?
  2. A inseminação nada mais é do que a simples introdução de espermatozoides diretamente no útero da mulher, para que assim haja a fecundação do óvulo e a geração do feto.
  3. PLANOS DE SAÚDE

A FIV é tema de discussão entre os pacientes e os planos de saúde há tempos, porém nunca entraram em um consenso sobre. O entendimento da Justiça é cheio de desencontros sobre a questão, o que acaba não ajudando com clareza os consumidores. Portanto, a autorização do procedimento vinha sendo interpretada caso a caso pelos tribunais brasileiros.

  1. Contudo, recentemente, a Justiça entendeu o seguinte: A Lei dos Planos de Saúde e a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar – órgão que fiscaliza os convênios médicos) dizem que é permitido que o convênio médico faça a exclusão contratual, caso queira, da cobertura da reprodução assistida.
  2. Neste caso, ao plano de saúde cabe avisar ao paciente, no ato do contrato, que o procedimento não está coberto.

A Constituição Federal diz que é um direito de todos os cidadãos o planejamento familiar como um todo. Só para lembrar que, por um outro lado, a laqueadura e a vasectomia, que são métodos anticonceptivos, já são, obrigatoriamente, custeados pelos planos de saúde desde 2009.

  • O que torna uma grande vitória para os consumidores desde então.
  • Somados os pontos, hoje a Justiça entende que não há obrigatoriedade de cobertura da FIV pelos planos de saúde – independentemente se o tratamento é com o intuito de reprodução ou a fim de curar alguma doença (como a endometriose, por exemplo).

Tal entendimento foi feito pelo Superior Tribunal de Justiça, o 2º mais importante do Poder Judiciário brasileiro, e deve se espalhar pelo país dificultando ainda mais os acessos para os beneficiários dos planos. Ou seja, seja qual for a finalidade do procedimento, a Justiça sinaliza que a reprodução assistida não deve ser obrigatoriamente coberta – legitimando, assim, a recusa pelo plano de saúde.

Dito isso, compartilho aqui minha opinião: sinto que a Justiça está indo para outro caminho com este tipo de decisão, pois creio que, ao contratar um plano de saúde, o consumidor espera que todas as coberturas sejam oferecidas. Se há a cobertura de métodos contraceptivos, como vasectomia e laqueadura, a reprodução também deveria estar! Os maiores órgãos de defesa do consumidor do país, dos quais eu faço parte de um, estão em total desacordo e lutarão contra esta decisão.

SUS Se por um lado a Justiça entende que os planos de saúde podem se negar a cobrir a FIV e a Inseminação Artificial, por outro o Poder Judiciário entende que, por lei, o SUS deve cobrir todo e qualquer método destinado ao planejamento familiar visando a gravidez.

A mulher que desejar passar por este tratamento custeado pelo SUS, deve se dirigir até a Unidade de Saúde Pública para a realização detalhada de exames a fim de analisar a possibilidade concreta da realização de tais meios de reprodução artificial. Portanto, concluindo, os planos podem se recusar a custear o tratamento reprodutivo – já que são amparados por lei e pela Justiça.

Porém, no ato de assinatura de contrato, o plano deve mencionar isto aos contratantes, pois é direito de informação do consumidor ser informado. Não somente sobre estas cláusulas, mas como sobre todas as outras que também excluem alguma cobertura. O SUS, por sua vez, deve cobrir todo e qualquer método de reprodução artificial que a paciente necessite.

Qual o valor de uma fertilização in vitro em Manaus?

No AM, 84 mil casais têm dificuldade de conseguir gravidez, diz médico Dina engravidou de gêmeos após se submeter ao tratamento de reprodução assistida (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal) Os tratamentos de reprodução humana assistida têm se tornado cada vez mais medida adotada por casais que não conseguem ter filhos naturalmente.

Em, estimativas reveladas pelo médico PhD Lorivaldo Rodrigues apontam que aproximadamente 84 mil casais tenham algum tipo de dificuldade para engravidar. O sonho de ser mãe leva mulheres com dificuldades de fertilidade a recorrer aos tratamentos que custam até R$ 30 mil na capital. A empresária Ângela Hiromi Bastos, de 32 anos, faz parte desse grupo.

O desejo de ser mãe se tornou uma meta de vida para ela. A empresária chegou a investir mais de R$ 20 mil nos tratamentos de reprodução assistida em Manaus. Pode não ser o sonho de todas as mulheres, mas é o meu grande sonho ser mãe” Depois de um ano de casamento, Ângela recebeu o diagnóstico de ovários policísticos, que é uma doença que causa problemas de infertilidade nas mulheres.

Apesar do diagnóstico, a empresária não desistiu de realizar o sonho de ser mãe. Em novembro de 2014, ela iniciou tratamento para engravidar no Centro de Medicina Reprodutiva e Infertilidade do Amazonas. “Cheguei à minha primeira consulta desenganada, mas o doutor Lourivaldo reacendeu minha esperança quando com tratamento de inseminação artificial.

Na segunda tentativa eu engravidei em 2015. Com quatro meses parou de evoluir e sofri um aborto em junho do ano passado, mas não desisti”, contou. A empresária engravidou novamente na terceira tentativa de inseminação ainda em 2015. Porém, com quase oito meses de gestação, Ângela sofreu mais uma perda e o bebê que ela esperava morreu ainda na barriga. Ângela Bastos busca sonho de ser mãe (Foto: Adneison Severiano/G1 AM) “No dia 28 de dezembro fui ao hospital porque eu não sentia meu bebê mexer. O médico disse que estaria tudo bem, que não era para eu me preocupar porque o coração estava batendo. Eu não sentia meu bebê mexer e procurei outro médico no outro dia.

Foi constatado que não tinha mais batimento cardíaco”, desabafou a empresária. Ainda em janeiro deste ano, Ângela retornou a luta para ter o primeiro filho por meio de tratamentos de fertilização. “Eu não vou desistir. Apesar de todo o sofrimento vou continuar lutando e um dia se Deus quiser vou conseguir.

Um dia vou ser mãe. É o que sempre imaginei ter uma família, ter filho. Pode não ser o sonho de todas as mulheres, mas é o meu grande sonho ser mãe e vou lutar até onde eu puder”, afirmou. Gêmeos A nutricionista Dina do Valle Souza, 32 anos, foi duplamente atendida.

Mãe dos gêmeos Pedro e Miguel, ela recorreu à fertilização in vitro após descobrir uma endometriose. “Na verdade, descobri que era portadora de endometriose e pesquisei sobre diversos tratamentos, pois sabia das dificuldades que teria para engravidar. A maioria das pesquisas que li citava essa fertilização in vitro, então soube que essa seria a minha melhor chance para engravidar”, disse.

A realização da maternidade veio em menos de um ano após a realização do procedimento. “Fiz a técnica em agosto de 2014 e meus filhos nasceram em março de 2015. Como me preparei muito para esse momento – mudei minha alimentação, passei a fazer atividade física e acupuntura”, afirmou. Embriologista Lia Pontes mostrou como é feita a Fertilização in Vitro (Foto: Adneison Severiano/G1 AM) Medicina Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a estimativa é de que a infertilidade atinja de 8% até 15% dos casais em idade fértil de uma população.

Em Manaus, o médico ginecologista e obstetra Lourivaldo Rodrigues, especialista em reprodução humana, estima cerca de 84 mil casais que têm algum tipo de problema de fertilidade. De acordo com Rodrigues, a maioria das mulheres que recorreu a tratamentos de reprodução assistida têm idades entre 20 e 50 anos.

Rodrigues afirma que a maioria dos casais priorizou a carreira profissional e depois da estabilidade financeira buscaram engravidar. “Tem uma paciente minha que tem 45 anos, que há dois anos casou e há um ano decidiu ser mãe. Primeiro ela se formou, se especializou e se estabilizou para decidir formar família.

Nossa missão é ajudar a realizar o sonho da maternidade de casais que não conseguem engravidar naturalmente. Acima de tudo é um trabalho social porque realizamos um sonho verdadeiro”, disse o médico. Na Clínica La Vitta, uma média de 30 casais é atendida por mês e mais de 100 fertilizações e inseminações são realizadas por ano na clínica.

De acordo com Rodrigues, 30 mulheres estão na fila para engravidar por meio de tratamentos de reprodução e mais 100 bebês nasceram desde 2010 por meio de fertilização in vitro neste estabelecimento. Médico Lourivaldo Rodrigues diz que tratamentos de reprodução tem ajudado casais (Foto: Adneison Severiano/G1 AM) Tratamentos O médico explicou que há tratamentos de alta complexidade que são as Fertilizações In Vitro, também conhecidas como FIV, que pode ainda ser associada à técnica de Injeção Introcitoplasmática (ICSI).

A fertilização in vitro consiste quando óvulo é fertilizado fora do corpo da mulher. Nesse caso, o óvulo e o esperma são unidos no laboratório, formando o embrião que é introduzido no útero da mulher. Já na ICSI uma agulha mais fina do que um fio de cabelo humano, acoplada a um microscópio, é usada para injetar o espermatozoide no óvulo que depois será injetado no útero.

Os tratamentos de baixa complexidade compreendem as inseminações artificiais e coito programado. “No coito programado fazemos a mulher ovular e orientamos o momento de fazer relação sexual com parceiro. A diferença é que na inseminação o marido oferece o sêmen e nós depositamos o sêmen dentro do útero.

Já na fertilização depositamos o embrião em estado mais avançado. Por isso as taxas de sucesso são diferentes em cada método”, explicou o especialista. O preço dos tratamentos varia conforme o fator causal do problema de infertilidade e depende ainda da técnica que será usada. Porém, o investimento para engravidar pode chegar até R$ 100 mil, mas em média R$ 30 mil é o valor gasto com tratamento, que inclui o procedimento e medicamentos.

“Tem casais que após avaliação constatamos que não é preciso inseminação ou fertilização, mas em média a paciente gasta R$ 30 mil por tentativa”, disse o especialista que atua com reprodução assistida desde 1982 e com métodos avançados desde 1995. (*Colaborou Gabriel Machado do G1 AM) : No AM, 84 mil casais têm dificuldade de conseguir gravidez, diz médico

Quais as chances de engravidar por inseminação artificial?

A gravidez é garantida com o tratamento – Mito. A inseminação artificial tem uma taxa de sucesso por volta dos 20%. Além disso, vários fatores estão envolvidos no sucesso de uma fecundação assistida, como a idade da mulher. Antes dos 40 anos, por exemplo, a mulher tem mais chance de conseguir engravidar com métodos mais simples de reprodução assistida.

Qual plano de saúde cobre inseminação artificial?

QUAL PLANO DE SAÚDE COBRE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL? De acordo com as normas estabelecidas pela ANS, nenhum plano de saúde cobre inseminação artificial, mas caso a mulher tenha interesse em realizar a FIV, vale consultar a operadora para saber quais são os procedimentos cobertos.

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Onde se faz inseminação artificial gratuita?

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente tratamentos de reprodução assistida, tais como a fertilização in vitro, inseminação intrauterina, indução da ovulação, coito programado e injeção intracitoplasmática de espermatozoide, entre outros.

Como fazer inseminação artificial para ter gêmeos?

Ter gêmeos com reprodução assistida – A cada ciclo, normalmente, a mulher libera um óvulo, que, caso fecundado, formará um embrião, que se implantará no útero para crescer e se desenvolver, dando forma ao bebê. Se a mulher liberar dois óvulos em um mesmo ciclo e ambos forem fecundados, ela terá gêmeos bivitelinos ou fraternos.

  • Pode ocorrer ainda que o embrião se divida em duas partes iguais, o que também dá origem a gêmeos.
  • Nesse caso, univitelinos ou idênticos (do mesmo sexo).
  • Em alguns tratamentos de reprodução assistida, como a FIV (fertilização in vitro ), os óvulos são coletados e identificados em laboratório.
  • Depois, cada um recebe o espermatozoide também preparado previamente.

Nem todos são fertilizados, por uma série de fatores, como a qualidade dos óvulos e espermatozoides e idade da mulher. Por isso, é difícil saber quantos embriões serão formados. Os profissionais das clínicas de fertilização analisam a qualidade dos embriões, a idade e o histórico da paciente para saber quais e quantos serão transferidos para o útero.

Quais as principais desvantagens da inseminação artificial?

Desvantagens da inseminação artificial – Quanto às desvantagens da inseminação artificial, podemos citar o custo para aquisição dos equipamentos por alguns produtores, falta de mão de obra qualificada, investimento de tempo e atenção na identificação do cio, para que seja o mais assertiva possível, além da necessidade de cuidados sanitários com os equipamentos e animais.

  • Falando sobre os equipamentos, existe um custo elevado para aquisição inicial, além de itens que precisam ser renovados de acordo com o uso e o tempo, como as luvas, bainhas, nitrogênio do botijão que armazena o sêmen, dentre outros.
  • Já a falta de mão de obra qualificada e a falta de conhecimento podem gerar prejuízos, isso porque cerca de 50% do êxito da inseminação artificial depende da mão de obra.

Caso a pessoa não seja qualificada para o serviço, o trabalho será perdido. Devemos identificar as fêmeas que estão no cio para só depois executar a inseminação. É comum o uso de rufiões para facilitar essa identificação. Quando não são usados esses animais, é necessário que o colaborador da propriedade faça visitas regulares ao piquete das fêmeas, a fim de observar mudanças de comportamentos como micção e mugidos com maior frequência, além de inchaço da vulva e presença de muco.

Lembrando que se o cio do animal foi identificado pela manhã, a inseminação deve ser feita pela tarde, e caso seja identificada no período da tarde, deve ser feita pela manhã. Isso porque o momento ideal para inseminação em bovinos é de 18 a 24 horas após o início do cio, Quanto aos cuidados sanitários, é recomendado a prática de sanidade e higiene tanto dos animais quanto dos materiais que são utilizados.

O manuseio dos botijões que contém o sêmen deve ser bem feito, para que seja realizado descongelamento correto, isso porque, caso o sêmen seja descongelado de forma brusca o mesmo será perdido. Para que a técnica seja realizada de forma adequada e exista êxito na inseminação, busque sempre por mão de obra qualificada, pessoas que tenham curso ou mesmo profissionais da área zootécnica.

  1. O uso de uma plataforma de gestão para fazendas de gado de corte, como a JetBov, proporciona um controle maior dos manejos de inseminação, da entrada e saída de insumos, assim como do desempenho de determinados sêmens e animais.
  2. Com essas informações, as tomadas de decisão da sua propriedade podem ser feitas de forma mais assertiva, obtendo melhores resultados.

Fale agora mesmo com um de nossos especialistas e da JetBov! : Vantagens da Inseminação Artificial em Bovinos

Quanto tempo demora uma inseminação artificial pelo SUS?

Como funciona a fertilização in vitro? – Há vários passos e processos para entender como funciona esse procedimento. Primeiro, deve ser realizado exames e avaliar se este é o melhor método indicado para o casal. Após isso, deve ser começado a medicação, que é feita por meio de injeções subcutâneas, por uma média de 8 dias. Essa medicação é tomada com o propósito da estimulação ovariana. Assim, com os óvulos já estimulados, é feita a sua retirada por meio de agulha de punção. Esse processo demora cerca de 30 minutos e assim, os óvulos são enviados para a clínica de fertilização. Depois disso, é preciso retirar os espermatozoides, então o homem deve ir até a clínica, onde é selecionado os melhores espermatozoides, que serão encaminhados para o laboratório.

Qual é a diferença entre fertilização in vitro e inseminação artificial?

A principal diferença entre as duas técnicas é que na inseminação o embrião é formado dentro do corpo da mulher enquanto que na fertilização o embrião é formado no laboratório.

Quem tem direito a inseminação artificial pelo SUS?

Hospitais que oferecem tratamento de infertilidade pelo SUS –

Salvador (BA) – Hospital da MulherBelo Horizonte (MG) – Hosp. das Clinicas da UFMGBrasília (DF) – Hosp. Materno Inf. de Brasília (HMIB)Goiânia (GO) – Hospital de Clínicas Natal (RN) – Mat. Escola Januário CiccoPorto Alegre (RS) – Hosp.N. Senhora. da Conceição – FêminaPorto Alegre (RS) – Hosp. das ClínicasRecife (PE) – Instit. De Med. Int. Prof. Fernando Figueira – IMIPRio de janeiro (RJ) – Instituto de Ginecologia da UFRJSão Paulo (SP) – Hosp. das Clínicas São Paulo USPSão Paulo (SP) – Cent. de Ref. da Saúde da Mulher São Paulo – Pérola ByingtonRibeirão Preto (SP) – Hosp. das Clínicas FAEPA USP (Setor de Reprodução Humana)São Paulo (SP) – UNIFESPSão Paulo (SP) – Faculdade de Medicina do ABC

Exigem guia de encaminhamento de posto de saúde. 🔍 Ey, psiu!! Conhece alguma outra clínica de reprodução humana ? Diz pra gente adicionar em nossa lista! 🙂 Pronto! Agora você sabe como é feita a inseminação artificial pelo SUS. Se você tem vontade de fazer este tratamento, procure o quanto antes uma unidade de saúde da sua cidade e se informe referente a disponibilidade! Ficou com dúvidas sobre como fazer inseminação artificial gratuita pelo sus? Deixe o seu comentário abaixo e fale conosco, mas continue navegando por nosso site e fique por dentro de todos os benefícios que o SUS nos oferece! 😉 Compartilhe nas redes sociais! Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal.

O que a Bíblia fala sobre fertilização in vitro?

PARTE 2 – COMPREENDENDO O CATOLICISMO E A REPRODUÇÃO HUMANA A Doutrina Católica talvez seja considerada, entre todas as religiõoes, a mais democrática. Permite inúmeras interpretações de suas leis que, embora possam ser conflitantes, têm como objetivo o amor a Deus e o bem da humanidade.

  1. Entretanto, onde há leis, existe a contravenção, que no cristianismo recebe o nome de pecado.
  2. Assim, o pecado, para o cristianismo, é a transgressão ou desobediência deliberada do homem às Leis de Deus e aos mandamentos divinos (Os Dez Mandamentos – Quadro 2), contrariando princípios religiosos, éticos ou normas morais (Pecados Capitais – Quadro 1, Lei Natural – Quadro 3, Catecismo).

O pecado pode acontecer por palavras, ações ou por negligência ou omissão (deixar de fazer o que é certo). As leis do catolicismo estão descritas em publicações específicas:

Os Dez Mandamentos/ Bíblia *2 O Catecismo*3

*2 Bíblia: A Bíblia é o Livro Sagrado de judeus e cristãos. É uma coleção de textos, os mais diversos: nela se encontram testemunhos de fé, meditações religiosas, orações, narrativas, trabalhos históricos, normas para o culto divino e para a vida de cada dia.

  1. Muitos e diferentes autores colaboraram na redação da Bíblia.
  2. Seus 73 livros foram escritos ao longo de um período de mais de mil anos.
  3. Para os judeus e cristãos é o próprio Deus quem fala na Bíblia.
  4. Judeus e cristãos têm em comum a primeira parte da Bíblia, conhecida como Primeiro ou Antigo Testamento, que narra a formação do povo escolhido de Deus, o povo judeu.

Os cristãos acrescentam o Novo Testamento, que traz a vida e os ensinamentos de Jesus Cristo. É composta pelos quatro Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, as Epístolas e o Apocalipse de São João. *3 Catecismo: Manual para ensinar e explicar a doutrina católica.

Encíclicas *4 Lei Natural (Quadro 3)

O pecado é previsível no ser humano; todos, sem exceção, pecam. Conforme encontramos na Primeira Carta de São João, capítulo 1, versículo 18: “Se dizemos que não temos pecados, estamos nos enganando, e não há verdade em nós. Mas, se confessamos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda a maldade.

Observação: Avaliação no Catecismo é semelhante à Encíclica INSTRUÇÃO SOBRE O RESPEITO À VIDA HUMANA NASCENTE E A DIGNIDADE DA PROCRIAÇÃO (Papa João Paulo II)

§ 2376 As técnicas que provocam uma dissociação do parentesco, pela intervenção de uma pessoa estranha ao casal (doação de esperma ou de óvulo, empréstimo de útero), são gravemente desonestas. Estas técnicas (inseminação e fecundação artificiais heteró- *4 Encíclica: Documento mais ou menos extenso do Papa, dirigido diretamente aos Bispos, depois aos fiéis da Igreja Católica, e a todos os homens de boa vontade.

Nessas cartas, o Papa expõe sua posição sobre questões específicas de Fé e Moral. Encíclicas Papais mais recentes consultadas para os próximos comentários: HUMANAE VITAE, de Paulo VI); Carta encíclica INSTRUÇÃO SOBRE O RESPEITO À VIDA HUMANA NASCENTE E A DIGNIDADE DA PROCRIAÇÃO de João Paulo II e a Carta encíclica DEUS CARITAS EST do atual papa Bento XVI).

logas) lesam o direito da criança de nascer de um pai e uma mãe conhecidos dela e ligados entre si pelo casamento. Elas traem “o direito exclusivo de se tornar pai e mãe somente um por meio do outro”. § 2377 Praticadas no seio do casal, estas técnicas ( inseminação e fecundação artificial homóloga ) são talvez menos prejudiciais, mas continuam moralmente inaceitáveis.

Dissociam o acto sexual do acto procriador. O acto fundador da existência do filho deixa de ser um acto pelo qual duas pessoas se dão uma à outra, e «remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, instaurando o domínio da técnica sobre a origem e destino da pessoa humana.

«Tal relação de domínio é, de si, contrária à dignidade e à igualdade que devem ser comuns aos pais e aos filhos» (128). «A procriação é moralmente privada da sua perfeição própria, quando não é querida como fruto do acto conjugal, isto é, do gesto específico da união dos esposos.

  • Só o respeito pelo laço que existe entre os significados do ato conjugal e o respeito pela unidade do ser humano permite uma procriação conforme a dignidade da pessoa» (129).
  • SÃO MUITAS AS DESOBEDIÊNCIAS (PECADOS) COMUNS À HUMANIDADE No Catecismo, na Bíblia e nas Encíclicas existem várias orientações que, se NÃO forem seguidas, serão consideradas pecados.

Assuntos como preguiça, gula, inveja, avareza, vaidade, fertilização in vitro, inseminação artificial, pílula anticoncepcional, masturbação, castidade, homossexualismo e divórcio, todos, de acordo com o que foi exposto, são considerados pecados que poderão ter diferentes graus de gravidade.

São inúmeros os pecados descritos. A maioria deles são frequentemente cometidos por todos os seres humanos de boa índole, inclusive os seguidores fervorosos do Catolicismo. Alguns exemplos: Os pecados capitais (Quadro 1): vaidade, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça § 1866 Os vícios podem ser classificados segundo as virtudes que contrariam, ou ainda ligados aos pecados capitais que a experiência cristã distinguiu seguindo S.

João Cassiano e S. Gregório Magno. São chamados capitais porque geram outros pecados, outros vícios. São o orgulho (=vaidade), avareza, a inveja, a ira, a impureza, (luxúria), a gula e a preguiça. Contracepção: Presevativo-camisinha-pílula anticoncepcional § 2370 A continência periódica, os métodos de regulação da natalidade baseados na auto-observação e no recurso aos períodos infecundos estão de acordo com os critérios objetivos da moralidade.

  • Estes métodos respeitam o corpo dos esposos, animam a ternura entre eles e favorecem a educação de uma liberdade autêntica.
  • Em compensação, é intrinsecamente má “toda ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento de suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação”.
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Castidade § 2349 “A castidade há de distinguir as pessoas de acordo com seus diferentes estados de vida: umas na virgindade ou no celibato consagrado, maneira eminente de se dedicar mais facilmente a Deus com um coração indiviso; outras, da maneira como a lei moral determina, conforme forem casados ou celibatários”.

  1. As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência: Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade.
  2. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras.
  3. Nisso, a disciplina da Igreja é rica.

§ 2350 Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação, eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal.

  1. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade.
  2. Homossexualidade § 2357 “A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo”.
  3. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas.

Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves”, 513 a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”, 514 são contrários à lei natural.

  1. Fecham o ato sexual ao dom da vida.
  2. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira.
  3. Em caso algum podem ser aprovados.
  4. Adultério e Divórcio § 1650 São numerosos hoje, em muitos países, os católicos que recorrem ao divórcio segundo as leis civis e que contraem civicamente uma nova união.

A Igreja, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo (“Todo aquele que repudiar sua mulher e desposar outra comete adultério contra a primeira; e se essa repudiar seu marido e desposar outro comete adultério” – Mc 10:11-12), afirma que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro casamento foi válido.

  • Se os divorciados tornam a casar-se no civil, ficam numa situação que contraria objetivamente a lei de Deus.
  • Portanto, não podem ter acesso à comunhão eucarística enquanto perdurar essa situação.
  • Pela mesma razão, não podem exercer certas responsabilidades eclesiais.
  • A reconciliação pelo sacramento da Penitência só pode ser concedida aos que se mostram arrependidos por haver violado o sinal da aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometem a viver numa continência completa.

§ 2384 O divórcio é uma ofensa grave à lei natural. Pretende romper o contrato livremente consentido pelos esposos de viver um com o outro até a morte. O divórcio lesa a Aliança de salvação da qual o matrimônio sacramental é o sinal. O fato de contrair nova união, mesmo que reconhecida pela lei civil, aumenta a gravidade da ruptura; o cônjuge recasado passa a encontrar– -se em situação de adultério público e permanente:

Se o marido, depois de se separar de sua mulher, se aproximar de outra mulher, se torna adúltero, porque faz essa mulher cometer adultério; e a mulher que habita com ele é adúltera, porque atraiu a si o marido de outra. Masturbação Texto da Encíclica “INSTRUÇÃO SOBRE O RESPEITO À VIDA HUMANA NASCENTE E A DIGNIDADE DA PROCRIAÇÃO”, PÁG.47: “A masturbação mediante a qual se obtém normalmente o esperma, é um outro sinal de tal dissociação: também quando é efetuado em vista da procriação, o gesto permanece privado do seu significado unitivo: « falta-lhe a relação sexual exigida pela ordem moral, aquela que realiza “o sentido integral da doação mútua e da procriação humana” no contexto do verdadeiro amor ».” No catecismo

§ 2351 A luxúria é um desejo desordenado ou um gozo desregrado do prazer venéreo. O prazer sexual é moralmente desordenado quando é buscado por si mesmo, isolado das finalidades de procriação e de união. § 2352 Por masturbação deve-se entender a excitação voluntária dos órgãos genitais, a fim de conseguir um prazer venéreo.

Na linha de uma tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado.” Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade.

Aí o prazer sexual é buscado fora da relação sexual exigida pela ordem moral que reza, no contexto de um amor verdadeiro. * Observação: A Masturbação é uma desobediência ao Catolicismo, mesmo na coleta do sêmen para o exame da fertilidade masculina. Ao questionar um importante sacerdote sobre este assunto, recebi a seguinte reposta: “O método para recolher esperma para exames, aprovado hoje pela Igreja (por não ser contrário à moral) é o de realizar o ato sexual com o uso de um preservativo parcialmente roto.

Com isso se garante que o ato sexual se realize na plenitude de suas dimensões e também se pode recolher o esperma residual que permanece no preservativo”. (Comentário: o volume do sêmen é um dado importante para a avaliação da fertilidade.) Este texto foi extraído do e-book “Os tratamentos de fertilização e as religiões”.

Faça o download gratuitamente do e-book completo clicando no botão abaixo: : Catolicismo e os tratamentos de fertilização | IPGO

Quanto custa para fazer um tratamento para engravidar?

Em média, o custo das técnicas pode variar de R$ 600 a R$ 15 mil, dependendo do método utilizado para combater a infertilidade.

Quanto custa um óvulo doado no Brasil?

notíciassbb Da BBC A compra e a venda de óvulos e sêmen e a prática de barriga de aluguel remunerada são ilegais no Brasil, mas isso não tem impedido que as brasileiras participem deste mercado que está em crescimento no mundo. Muitas brasileiras têm oferecido seus serviços em sites internacionais e se dizem dispostas a viajar para países em que a prática é permitida, e algumas já moram no exterior.

Para se ter uma ideia de como funciona o movimentado – e polêmico – mercado internacional de barrigas de aluguel e doação de óvulos, basta visitar o site surrogatefinder.com (na tradução livre algo como “buscador de barriga de aluguel”) e dar uma espiada nos perfis das centenas de mulheres, entre elas dezenas de brasileiras, que oferecem seus serviços por ali.

O site é uma mistura de Facebook com a página de compra e vendas Ebay. Mulheres com idades que variam de 20 a 45 anos montam seus perfis e colocam fotos de si mesmas, dos filhos e da família. O objetivo da apresentação, porém, obviamente não é fazer amigos, mas dar aos casais ou solteiros interessados nos serviços oferecidos ali uma amostra de seu fenótipo, perfil genético e, dependendo do caso, capacidade de gestação.

Algumas se oferecem para doar óvulos para mulheres inférteis ou casais homossexuais que querem realizar o sonho de ter um filho – prática que pode lhes render de US$ 8 mil (R$ 16,4 mil) a US$ 50 mil (R$ 102 mil). Outras estão dispostas a carregar bebês de outras mulheres – serviço pelo qual pode-se ganhar até US$ 100 mil nos EUA (R$ 204 mil).

Uma estudante brasileira da Universidade de Edimburgo, por exemplo, se diz disposta a doar óvulos para pagar o curso de pós-graduação que começará em setembro. Uma professora de inglês de Santa Catarina diz que precisa do dinheiro da doação para ajudar a sustentar a filha.

E uma estudante de psicologia do Espírito Santo se oferece para carregar o filho de outra mulher porque o marido ficou desempregado. Todas mencionam também uma razão altruísta para a oferta: a vontade de ajudar casais com problemas de fertilidade a realizar o sonho de ter filhos. O mercado de gametas e barrigas de aluguel vem crescendo nos últimos anos em diversos países, impulsionado, do lado da demanda, por tendências sociais e demográficas – como o fenômeno da maternidade tardia e a oficialização de uniões civis homossexuais.

Do lado da oferta, pelo desenvolvimento de novas técnicas de reprodução assistida. Exemplo O casal britânico formado pelos empresários milionários Barrie and Tony Drewitt-Barlow e seus cinco filhos são exemplo da “nova família” que essas novas tecnologias viabilizaram.

  • Em 1999, os dois viajaram para a Califórnia, onde a prática de barriga de aluguel e doação de óvulos remunerada é permitida e voltaram para casa, na Grã-Bretanha, com os gêmeos Saffron e Aspen.
  • Depois disso, tiveram mais três filhos.
  • E agora pensam em ter uma segunda menina (nos EUA é permitido escolher o sexo do bebê).

Barrie e Tony também têm uma clínica que ajuda outros casais a terem bebês com óvulos de estrangeiras e serviços de barriga de aluguel contratados no exterior – o British Surrogacy Centre. Em entrevista à BBC Brasil, Barrie contou que as brasileiras são muito procuradas para as doações de gametas por terem “fama de bonitas” e porque, entre elas, é fácil encontrar um perfil procurado por casais inter-raciais estrangeiros.

Por isso, segundo o empresário, sua agência teria “olheiros” que buscam doadoras no Brasil. “Foi uma brasileira que doou o óvulo para que eu pudesse ter dois de meus filhos – o segundo casal de gêmeos”, conta Barrie. “Nos últimos 12 meses, ajudamos 63 casais a terem filhos. Desses, 15 usaram doadoras brasileiras.” Para Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, porém, a prática é preocupante.

“Um esquema em que as brasileiras são aliciadas para prestar esse serviço em outros países poderia estar explorando a miséria e a necessidade dessas mulheres”, acredita. Fonte: : notíciassbb

Qual a melhor idade para fazer inseminação artificial?

Reprodução Assistida: existe idade ideal? – De fato, essa é uma questão de diversos casais ao redor do mundo. Idealmente, todas as mulheres deveriam tentar engravidar pela primeira vez antes dos 35 anos. Sabe-se que, após esta idade, a fertilidade começa a sofrer um declínio, que será mais pronunciado após os 40 anos.

É possível ter gêmeos com inseminação artificial?

O que ocorre é uma maior probabilidade de a inseminação artificial resultar em uma gravidez de gêmeos, sendo que a chance de isso ocorrer — sendo totalmente de forma espontânea — varia entre 10% a 20% dos casos.

O que é mais vantajoso monta natural ou a inseminação artificial?

Se o objetivo do produtor é produzir bezerros e não necessariamente a melhoria genética do rebanho a monta natural é uma boa opção, aliás, é a mais utilizada pelos pecuaristas’. Já a inseminação artificial é indicada para o produtor que pretende melhorar o padrão genético dos animais.

Qual o valor de uma fertilização in vitro?

Procedimentos que compreendem cada etapa da FIV – Exames de sangue (hormônios e marcadores para doenças específicas); exames de imagem (ultrassonografia pélvica e abdominal e, caso necessário, histeroscopia e histerossalpingografia); exames genéticos quando existe indicação e histórico familiar e cariótipo de banda G.

Estimulação dos ovários, por meio de hormônios. Monitoramento e manipulação dos óvulos no centro cirúrgico. Coleta do sêmen. Análise da qualidade dos óvulos fecundados e dos embriões. Preparação do útero por meio de medicamentos, para receber a transferência dos embriões; e, quando necessário e indicado, o Congelamento de óvulos para futuras tentativas.

Por isso, em média, o valor do tratamento, de alta complexidade, pode variar entre R$ 15 e 20 mil. Vale lembrar que, uma forma de baratear os custos da FIV é por meio da doação de óvulos, Dependendo da idade, a mulher pode doar alguns óvulos, que serão usados em outra paciente com pouca reserva ovariana, que não possa engravidar.

Quanto custa inseminação artificial e fertilização in vitro?

Inseminação artificial x Fertilização in vitro (FIV): entenda a diferença entre eles Para muitos casais, a se torna uma das alternativas para que consigam realizar o sonho de ter filhos. Porém, os métodos ainda geram dúvidas. Afinal, qual é a diferença fertilização in vitro e inseminação artificial ? Um é melhor que o outro? De acordo com o especialista em reprodução humana Daniel Zylberszteyn, do Hospital São Paulo/Unifesp, o que indica a preferência do médico por um método ou outro é a complexidade da dificuldade do casal em engravidar,

  1. Nos casos mais simples, diz ele, geralmente é utilizada a inseminação artificial, enquanto para os mais complexos, a fertilização in vitro é o mais indicado.
  2. Entenda: INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL Segundo Larissa Matsumoto, da clínica Vida Bem Vinda, na inseminação artificial, ou intrauterina, a paciente deve usar medicamentos para induzir a ovulação, formando, no máximo, três folículos (que contêm os óvulos).
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No momento da ovulação, o sêmen é coletado, preparado e transferido para o interior do útero, onde os espermatozoides terão que chegar até as tubas uterinas, encontrar os óvulos e fertilizá-los, formando assim um embrião,No geral, a inseminação é indicada para casais com alterações leves no sêmen e distúrbios de ovulação, como no caso da,

Casais homoafetivos femininos e mulheres que querem engravidar por produção independente também buscam bastante a técnica, utilizando sêmen de doador. FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV) De acordo com Zylberszteyn, esse método é indicado quando as tubas são obstruídas ou pouco competentes, em casos de profunda, baixa reserva ovariana, idade mais avançada da mulher, homens com alteração no sêmen, como baixa concentração ou mobilidade, além de alteração genética que possa ser passada para o bebê.

Neste último caso, deve ser feito um diagnóstico pré-implantacional. O processo da FIV conta com cinco etapas. A primeira é a estimulação dos ovários com medicamentos, seguida da captação dos óvulos, que será feita via vaginal por meio de punção e sob anestesia geral.

Na próxima fase será realizada a fertilização dos óvulos com os espermatozoides, o que pode ser feito da forma clássica – os espermatozoides são colocados ao redor dos óvulos e o resultado é avaliado após 19 horas -, ou por meio da injeção intra-citoplasmática, na qual o espermatozoide é inserido dentro do óvulo por uma agulha microscópica.

A quarta etapa é a cultura dos embriões, onde os mesmos são mantidos em incubadora sob temperatura e mistura de gases adequada, por três a seis dias. Por fim, há a transferência dos embriões, que é um processo indolor realizado com um cateter delicado.

EFEITOS COLATERAIS Além da ansiedade por um gravidez bem-sucedida, o medo dos efeitos colaterais dos tratamentos é algo que ronda a cabeça dos casais. Contudo, ressaltam os especialistas, raramente eles são graves. “Existe um grande temor quanto ao uso das medicações utilizadas para indução ovariana, por serem hormônios injetáveis, em sua grande maioria.

É importante desmistificar, pois elas não induzem ao câncer, não engordam e não levam à menopausa precoce”, explica Larissa. Inchaço, dor de cabeça, irritabilidade e dor pélvica são os efeitos mais comuns relatados por quem se submete a uma das técnicas de reprodução assistida.

Quando mais grave, o que pode ocorrer é a chamada síndrome de hiperestimulação ovariana, que é causado pela estimulação dos ovários e pode levar a acúmulo de líquido no abdome. Porém, a incidência desse tipo de problema é cada vez menor, devido à segurança dos medicamentos e protocolos atuais. SUCESSO NA GRAVIDEZ Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as mulheres não são as únicas e nem as principais responsáveis pela não ocorrência de uma gravidez: em 40% dos casos o problema é do casal.

Entre os 60% restantes, 30% dos casos o problema é do homem e nos outros 30%, da mulher.De modo geral, um casal pode ser considerado infértil quando ao longo de um ano, sem método anticoncepcional e com relações sexuais frequentes, a gravidez não acontece.

  1. Este é o caso de 15% da população mundial.
  2. O sucesso de um procedimento de reprodução assistida depende de diversas variáveis, como a idade da mulher, a reserva ovariana, ou, por exemplo, a gravidade do problema masculino.
  3. Porém, a média é de 45% na FIV e de 25% a 30% na inseminação.
  4. Na gravidez natural, as chances de sucesso variam de 15% a 17%.

QUANTO CUSTA FAZER UMA FIV OU UMA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL? Em alguns hospitais públicos, é possível fazer os procedimentos de forma gratuita, como é o caso do Hospital das Clínicas e do Hospital Perola Byington, em São Paulo. Nestes casos, é preciso atender aos pré-requisitos necessários de cada instituição, além de estar disposto a enfrentar a fila de espera, que costuma ultrapassar mais de um ano.

No Brasil, o custo de uma inseminação varia de R$ 2.500 a R$ 4 mil, enquanto da FIV fica entre R$ 7 mil e R$ 20 mil, nos dois casos, sem os gastos com medicação, que vai desde R$ 1 mil até R$ 5 mil, dependendo da técnica adotada. Para quem opta por procurar uma instituição privada, pesquisar é a chave para uma escolha segura.

“Observar o currículo dos médicos é essencial, além de, se puder, pedir a indicação de conhecidos”, avisa Zylberszteyn. Você já curtiu Crescer no Facebook? : Inseminação artificial x Fertilização in vitro (FIV): entenda a diferença entre eles

Qual o valor de uma fertilização?

Procedimentos que compreendem cada etapa da FIV – Exames de sangue (hormônios e marcadores para doenças específicas); exames de imagem (ultrassonografia pélvica e abdominal e, caso necessário, histeroscopia e histerossalpingografia); exames genéticos quando existe indicação e histórico familiar e cariótipo de banda G.

Estimulação dos ovários, por meio de hormônios. Monitoramento e manipulação dos óvulos no centro cirúrgico. Coleta do sêmen. Análise da qualidade dos óvulos fecundados e dos embriões. Preparação do útero por meio de medicamentos, para receber a transferência dos embriões; e, quando necessário e indicado, o Congelamento de óvulos para futuras tentativas.

Por isso, em média, o valor do tratamento, de alta complexidade, pode variar entre R$ 15 e 20 mil. Vale lembrar que, uma forma de baratear os custos da FIV é por meio da doação de óvulos, Dependendo da idade, a mulher pode doar alguns óvulos, que serão usados em outra paciente com pouca reserva ovariana, que não possa engravidar.

Qual é a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro?

Qual é a diferença entre inseminação e fertilização? – Na inseminação artificial, os espermatozoides são introduzidos no útero da mulher. Na FIV (imagem), um único espermatozoide é injetado no óvulo e fecundado em laboratório. A principal diferença entre elas é que na inseminação artificial os espermatozoides são introduzidos diretamente no útero da mulher, para que encontrem o óvulo e o fecundem.

O que é preciso para fazer inseminação artificial?

O que é preciso para realizar o procedimento – Para que a inseminação artificial seja realizada é preciso que a mulher tenha pelo menos uma trompa (tuba) uterina normal. Como a fertilização ocorre seu interior, é preciso que ela permita o encontro do óvulo com os espermatozoides.

  • No caso de mulheres que fizeram a laqueadura tubária e querem engravidar, o tratamento indicado é a fertilização in vitro.
  • Ou, em casos selcionados, pode ser possível fazer cirurgia de reversão da laqueadura.
  • O homem deve possuir um sêmen com pelo menos 5 milhões de espermatozoides móveis progressivos por ml, avaliados previamente através do espermograma.

Homens que fizeram a vasectomia não podem realizar a inseminação artificial; nesses casos a gestação só é possível através de uma cirurgia de reversão da vasectomia ou do tratamento de fertilização in vitro.

Qual o custo da fertilização in vitro?

A FIV SIMPLIFICADA raramente utiliza os inibidores da ovulação. A quantidade de medicamentos necessária é bem menor que na FIV Convencional. Na FIV Simplificada o custo dos medicamentos é aproximadamente R$3.700,00, já na Convencional gasta-se com medicamentos entre R$ 5.000,00 a R$ 9.000,00.

  1. O monitoramento da ovulação é realizado por apenas 2 ou 3 ultrassonografias transvaginais, dispensando os exames de sangue diários.
  2. Na FIV SIMPLIFICADA a mulher, sem sérios problemas de ovulação, produz três a seis folículos, número suficiente para a obtenção de três a quatro embriões o que resulta em 40% de sucesso em cada tentativa de FIV, 10% de gestações gemelares e 1% de trigêmeos.

Pelas normativas do CFM, não é permitido transferir mais que três embriões. Embriões excedentes devem ser congelados, podendo ser transferidos posteriormente se a gestação falhar ou para obtenção de segunda gestação. A transferência de embriões a fresco ou congelados tem a mesma chance de sucesso.

Embriões congelados podem ser mantidos indefinidamente, doados para outros casais ou após três anos utilizados em pesquisa de células tronco embrionárias ou descartados após 5 anos (caso permitido pelo casal). O destino dos embriões sempre dependerá do consentimento dos casais. O congelamento de embriões acarreta custos e, às vezes, dilemas importantes.

A FIV Simplificada evita a produção de embriões excedentes e seu consequente o congelamento. O excesso de medicamentos pode levar ao hiperestímulo ovariano severo com riscos a saúde da mulher, além do desconforto de muitas injeções e dores abdominais.

A FIV Convencional estimula a ovulação visando produzir dez a vinte óvulos. Para que produzir tantos óvulos, se necessitamos apenas dois ou três embriões? Qual o destino dos óvulos não utilizados? Consideramos um exagero transferir três embriões para uma mulher jovem ou pequena. Quando os ovários respondem mal à indução da ovulação a elevação das doses dos medicamentos nem sempre melhora os resultados.

Se a Fiv Simplificada tem tantas vantagens, por que não é utilizada em todas as clínicas? A FIV Simplificada foi desenvolvida durante os 25 anos de exaustivos trabalhos nesta área. Quando nasceu nosso primeiro bebê de proveta em 02 de maio de 1986 a técnica de FIV era complexa e a eficácia baixa, razão pela qual procurávamos obter o maior número de óvulos e embriões, visando melhorar os resultados.

Os conhecimentos e os recursos evoluíram, tornando-se hoje extremamente fácil realizar FIV, com ótimos resultados necessitado apenas três a cinco óvulos, para obter dois a três bons embriões. Temos excelente índice de sucesso com a FIV simplificada (40% de gestações por tentativa, chegando a 50 ou 60% em mulheres jovens).

Muitos acreditam que um grande número de óvulos reflete em maior índice de sucesso, porém existem evidências que estimulação ovariana exagerada pode comprometer a qualidade dos óvulos, além de trazer desconforto e risco para as pacientes. Princípios básicos necessários para a FIV Simplificada:

  • Constatar bom estado de saúde geral do casal, preocupar-se com o estado emocional e nutritivo.
  • Utilizar doses pequenas de medicamentos indutores da ovulação, e não utilizar inibidores da ovulação.
  • Evitar produção excessiva de folículos (mais que seis).
  • Realizar ultrassonografias quantas forem necessárias para definir o dia fértil.
  • Evitar excesso de anestésico na retirada dos óvulos. Não agredir os ovários com excesso de perfurações para retirada dos óvulos.
  • Rigor técnico e controle de qualidade do laboratório que promove a fertilização “in vitro”.
  • Utilizar a ICSI (injeção intracitoplasmática do espermatozóide) sempre que houver qualquer suspeita de dificuldade de fecundação.
  • Escolha criteriosa do melhor espermatozóide.
  • Evitar que poluição, gases anestésicos ou infecção hospitalar afete o tratamento.
  • Laser Assisted Hatching: abertura da cápsula dos embriões, com raio laser, para facilitar a implantação.
  • Cuidados especiais na transferência dos embriões, para o útero.
  • Repouso na cama pós a transferência dos embriões.
  • Medicamentos para facilitar a implantação dos embriões e evitar abortos.
  • Facilitar a comunicação com o médico.
  • Ajudar o casal a suportar as falhas do tratamento, transmitindo-lhe a esperança do sucesso mais breve possível.
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