Quem É O Governador De Manaus E Qual Partido?

Quem É O Governador De Manaus E Qual Partido
Qual é o partido do atual governador do Amazonas? – Wilson Miranda Lima (Santarém, 26 de junho de 1976), é um jornalista, político e atual governador do Amazonas. Ficou notório ao apresentar o programa Alô Amazonas, da TV A Crítica, e filiou-se ao Partido Social Cristão (PSC) para concorrer ao cargo de governador do Amazonas em 2018.

Qual é o partido do governo do Amazonas?

Wilson Miranda Lima (Santarém, 26 de junho de 1976), é um jornalista, político e atual governador do Amazonas, filiado ao União Brasil (UNIÃO).

Quem é o atual governador do Estado do Amazonas?

Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável Governador do Amazonas Wilson Lima Filho de José Lins de Lima, já falecido, e de Maria Miranda Lima, Wilson Lima é natural do município de Santarém, no Pará. É casado com a professora Taiana Lima e é pai de cinco filhos, frutos de relacionamentos anteriores: Ugo, Úrsula, Mariana, Saulo e Antônio.

  1. Começou a trabalhar aos 15 anos como professor de inglês e locutor de rádio em Itaituba, no Pará, onde também foi apresentador de televisão.
  2. Com 17 anos de idade, fez um curso de Gestão Turística e foi trabalhar numa agência de viagens, experiência que o levou a ser assessor técnico da Secretaria de Turismo da Prefeitura de Itaituba por quatro anos.

Em Santarém, começou a carreira como repórter na TV Tapajós, filiada à Rede Globo e, em 2006, mudou-se para Manaus, capital do Amazonas, para trabalhar como repórter e apresentador de rádio. Bacharel em comunicação social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Nilton Lins (2011), entre 2010 e 2018, Wilson Lima apresentou o programa Alô Amazonas, da TV A Crítica, líder de audiência no estado do Amazonas, tornando-se líder de audiência no Estado.

Por intermédio do seu programa, deu voz aos mais necessitados e obrigou os poderosos a implementar políticas públicas para as comunidades mais carentes. Isso também lhe possibilitou conhecer como ninguém as necessidades do povo amazonense. Foi quando começou a procurar especialistas em políticas públicas e a estudar sobre o tema e a elaborar estratégias para debater com a sociedade soluções para os graves problemas do Estado do Amazonas.

Decidiu servir ao Amazonas e se elegeu Governador do Estado. Foi o mais votado da história política do Estado para Governador, ultrapassando a marca de 1 milhão de votos. : Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável

Quem é o prefeito e governador de Manaus?

David Almeida
Período 1º de janeiro de 2021 à atualidade
Vice-prefeito Marcos Rotta
Antecessor(a) Arthur Virgílio Neto
48.º Governador do Amazonas

Quem são os governadores do Amazonas?

Governantes da Comarca do Alto Amazonas

Nome Partido
2 Manoel Santiago Partido Conservador
Henrique Cordeiro Partido Moderado
3 João Antônio da Silva Partido Liberal
4 Inácio Ruiz do Carmo Partido Liberal

O que aconteceu com o prefeito de Manaus?

Política – Na juventude foi militante do PCB, Posteriormente foi filiado ao PMDB, PSB, Atualmente é filiado ao PSDB, partido do qual foi um dos fundadores. Candidatou-se a deputado federal em 1978 pelo MDB obtendo a primeira suplência. Eleger-se-ia a este cargo na eleição seguinte, em 1982, pelo PMDB.

  • Foi candidato a governador do Amazonas em 1986 pelo PSB, sendo derrotado por Amazonino Mendes,
  • Pelo mesmo PSB foi eleito prefeito de Manaus em 1988, derrotando o ex-governador Gilberto Mestrinho,
  • Ainda no início do mandato, em 1989, migrou para o PSDB, partido que havia ajudado a fundar no ano anterior, do qual ainda é membro.

Novamente deputado federal em 1994, seria reeleito em 1998. Foi um dos líderes do governo Fernando Henrique Cardoso na Câmara, ocupando o cargo de Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Eleito senador em 2002, tornou-se líder da bancada do PSDB no Senado em 2003.

No ano seguinte, foi admitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Ordem do Mérito Militar no grau de Grande-Oficial especial. Entretanto, como um dos lideres da oposição, foi um dos críticos mais firmes do governo do presidente Lula. Foi um dos principais protagonistas para a derrubada da Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF).

Em 2006 foi novamente candidato ao governo do Amazonas, obtendo 5,5% dos votos, ficando na terceira colocação. Depois de dois anos sem mandato político, lançou sua candidatura a prefeito de Manaus para o período 2013–2016. Arthur começou o jogo político inicialmente desacreditado, sendo que em suas primeiras matérias, afirmava que tentaria chegar forte ao segundo turno, em contra-afirmação a uma de suas adversárias que garantira vencer ainda no primeiro. Arthur Virgílio discursa em fevereiro de 2010 Iniciando a campanha, Arthur já despontava como provável vencedor nas pesquisas, fato consumado em 7 de outubro, quando venceu o primeiro turno com 40,55% dos votos (385 855 votos), qualificando-se para disputar o segundo turno junto a senadora do Partido Comunista do Brasil (PC do B), Vanessa Grazziotin, que o havia derrotado na busca pelo Senado em 2010, esta que somou 19,95% dos votos.

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A eleição de 2012 marcou simbolicamente a “ressurreição” política de Arthur, que depois da eleição vencida para o senado em 2002, colecionou derrotas políticas apoiando tanto candidatos para a prefeitura de Manaus (em 2004, apoiou o seu filho, Arthur Virgílio Bisneto, que amargou a quinta colocação no pleito, não tendo disputado sequer o segundo turno; em 2008, apoiou o então candidato à reeleição Serafim Corrêa, que fora derrotado nos dois turnos do pleito por Amazonino Mendes ) quanto concorrendo diretamente ao governo do Amazonas (em 2006 concorreu ao governo do estado juntamente com o governador na época, Eduardo Braga e seu antecessor, Amazonino Mendes, consideradas na época as duas forças políticas mais expressivas do estado.

Ao fim do pleito, Braga foi reeleito e Arthur amargou a terceira colocação), além da sua própria reeleição para o Senado em 2010, sendo que apenas na tentativa de reeleição para o senado o mesmo conseguiu votação expressiva. Em 2016, reelegeu-se prefeito de Manaus no segundo turno, vencendo Marcelo Ramos com 55,96% dos votos válidos.

Quem é o atual governador do Amazonas?

Segundo turno sem debate – A corrida do segundo turno foi marcada por ataques entre os candidatos. Em um dos episódios, a Justiça Eleitoral determinou a remoção de uma propaganda da campanha de Amazonino em que o candidato associava David Almeida ao atual governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e ao ex-governador, José Melo (PROS), que tiveram seus nomes envolvidos em escândalos de corrupção.

  • Os dois não declararam apoio a Almeida.
  • O atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), chegou a gravar um vídeo desmentindo o boato de que apoiaria David Almeida.
  • Com a família envolvida em uma investigação de assassinato, Virgílio ficou de fora das eleições e não declarou apoio a nenhum candidato no segundo turno.

No início da corrida eleitoral, Amazonino não compareceu ao debate promovido pela TV Band Amazonas alegando outros compromissos de campanha e foi ironizado por David Almeida, que afirmou que seu adversário teria ficado em casa jogando Freefire —game que Amazonino aparecia jogando em suas propagandas.

Quem é o governador mais votado do Brasil?

Trajetória política – Wilson Lima iniciou sua trajetória política em 2012, quando filiou-se ao Partido Verde (PV), legenda em que permaneceu por quatro anos. Em 2016, mudou sua filiação para o Partido da República (PR), deixando a legenda para filiar-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB) apenas um ano depois.

Em 2018, porém, mudou de partido mais uma vez, filiando-se ao Partido Social Cristão (PSC) na qual concorreu ao governo do estado ainda no mesmo ano. Em 15 de março de 2018, decidiu disputar um cargo eletivo pela primeira vez ao lançar sua pré-candidatura para governador do estado do Amazonas, Ao lado do defensor público Carlos Almeida ( PRTB ), candidato a vice, Wilson Lima oficializou sua candidatura em 13 de agosto de 2018, em uma chapa composta inicialmente pelo Rede Sustentabilidade (REDE), formando a coligação Transformação para um novo Amazonas,

Na primeira pesquisa IBOPE, Wilson Lima obteve 19% dos votos, atrás apenas do governador Amazonino Mendes ( PDT ), que obteve 29%. Na última pesquisa antes do primeiro turno, obteve 32% dos votos válidos, contra 35% do atual governador. No dia 7 de outubro de 2018, primeiro turno das eleições gerais no Brasil, alcançou a marca de 33,73% dos votos válidos contra 32,74% de Amazonino Mendes e 23,59% de David Almeida (PSB), sendo impulsionado pela busca da renovação na política e pelo apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro ( PSL ). Wilson Lima com o presidente Bolsonaro em um colégio militar em Manaus, em julho de 2019 No segundo turno das eleições, Wilson Lima recebeu apoio do Partido Socialista Brasileiro e do Partido da Mobilização Nacional, que compunham a chapa de David Almeida e Chico Preto como candidatos ao governo do estado.

Angariando a soma de 1.033.954 votos, o equivalente a 58,50% dos votos válidos, Wilson Lima foi eleito como o 49º governador do Amazonas, vencendo a disputa no segundo turno contra Amazonino Mendes, que obteve 733.366 votos (41,50% dos votos válidos). Nas eleições de 2022, Wilson foi candidato a reeleição do governo do Amazonas pelo União Brasil (UNIÃO), na coligação Aqui é Trabalho,

Em 2 de outubro, no primeiro turno, Wilson obteve 42,82% dos votos, contra 20,19% de Eduardo Braga ( MDB ) e 18,56% de Amazonino Mendes ( Cidadania ). No segundo turno, que ocorreu no dia 30 do mesmo mês, Wilson Lima foi reeleito governador do estado do Amazonas com mais de 1.039.192 votos ou 56,65% dos votos válidos, enquanto Eduardo ficou em último lugar com 43,35% dos votos.

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Quem é o novo na disputa pelo governo do Amazonas?

Bibliografia –

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Quem é o governador da Flórida?

9 novembro 2022 Crédito, Getty Images Ele é considerado o “grande vencedor” das eleições de meio de mandato, realizadas na terça-feira (08/11), nos Estados Unidos. Um Donald Trump 2.0, como alguns dizem, que poderia reconquistar a Casa Branca para os republicanos em 2024.

  1. Embora, para isso, ele talvez precise vencer primeiro o próprio Trump.
  2. Ron DeSantis, o governador da Flórida que ganhou repercussão nacional por sua forte oposição aos controles impostos durante a pandemia de covid-19, foi reeleito na terça-feira por uma ampla margem.
  3. O político de 44 anos, que começou sua carreira em 2012 quando foi eleito para a Câmara dos Representantes, conseguiu consolidar o Estado sulista como o segundo reduto republicano mais populoso dos EUA.

Parece que suas fortes opiniões sobre temas controversos — como gênero, ensino de questões raciais nas escolas e aborto — ecoaram entre seus eleitores, já que ele teria aumentado sua base eleitoral em quase todos os grupos demográficos. Há apenas quatro anos, DeSantis saiu vitorioso como governador por menos de meio ponto percentual.

  1. Na terça-feira, ele derrotou o adversário democrata Charlie Christ com mais de 59% dos votos contra 40,2% — e conseguiu aumentar seus eleitores entre dois grupos que perdeu na última eleição: mulheres e latinos.
  2. O político conseguiu a façanha de vencer no condado de Miami-Dade, o mais populoso da Flórida, no qual fazia 20 anos que um republicano não ganhava uma eleição.

DeSantis usou sua vitória esmagadora para se autodeclarar um defensor da liberdade e projetar sua imagem como um político de fortes convicções. “A Flórida foi um refúgio de sanidade quando o mundo enlouqueceu. Fomos a cidadela da liberdade para o povo deste país e, na verdade, do mundo inteiro”, disse ele durante um discurso diante de correligionários enquanto celebrava a vitória na terça-feira.

“Enfrentamos ataques, recebemos golpes. Enfrentamos as tempestades, mas nos mantivemos firmes. Não recuamos. Tivemos a convicção de nos guiar e tivemos a coragem de liderar”, acrescentou. Agora são muitos os analistas e colegas de partido que o identificam como um potencial candidato à presidência dos EUA.

Com o resultado das urnas, essa ideia se reforça, tanto que o próprio ex-presidente Trump, que flerta com o retorno à arena política, decidiu fazer uma advertência. “Acho que estaria cometendo um erro. Creio que a base de eleitores não gostaria disso”, declarou o ex-presidente em entrevista à Fox News no mesmo dia da eleição, antes da esperada vitória de DeSantis ser anunciada.

Em sua forma particular de se expressar, Trump — que prometeu que em 15 de novembro anunciará uma importante decisão em sua casa em Mar-A-Lago (também na Flórida) — disse que poderia divulgar informações prejudiciais sobre o governador da Flórida. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Trump fez um discurso na terça-feira após a votação em que não reconheceu a vitória de DeSantis na Flórida “Não sei se ele vai se apresentar como candidato.

Acho que se ele concorrer, pode se machucar muito. Eu realmente acho que ele pode se machucar muito”, disse Trump à Fox. “Não acho que seja bom para o partido.” Trump, que fez um discurso no encerramento da votação, elogiou políticos republicanos da Flórida como Marco Rubio, mas não fez menção à vitória significativa de DeSantis.